segunda-feira, 9 de outubro de 2017

O DRAMA DA POPULAÇÃO BRASILEIRA



O DRAMA DA POPULAÇÃO BRASILEIRA

“Decidi ser feliz, contudo não consigo evitar o tropeço, cada momento e cada hora, com a tragédia da dor humana. Não conheço ninguém, até hoje, que tenha conseguido evita-la ou suprimi-la. Eu sofro muito, essa é a verdade. Poucos muitos poucos conhecem meus tormentos. Conheço à agonia, a solidão, a frustração, a agressão, a impotência, a falta de comunicação, a desconfiança e o vazio. Nas costas, levo com tristeza a minha dor. Às vezes conheço a rebeldia. E lanço gritos até o céu para conseguir compreender o que se passa comigo”. (Marcos O. Riquelme).

No teatro de operações, em que a violência urbana e a corrupção mostram as formas de incredulidade humana, tanto nas capitais, quanto nos municípios interioranos e maior escala nos bairros periféricos, o palco da miséria se sobressai, e o cenário visual está execrado pelo modelo socioeconômico atual, o desemprego, a malandragem, pois muitos jovens de posse da preguiça mental não querem trabalhar e nem estudar, preferindo se inserir no mundo do crime e das drogas. Muitas jornalistas são verdadeiros repassadores de notícias, mas não usam a inteligência emocional, para tentar repassar algo de bom para a sociedade no sentido de direção o azimute do bem, para as famílias que possuem membros atolados na marginalidade.

Os órgãos que julgam os casos de corrupção no Brasil, já estão quase ultrapassados na forma de aplicar as penas, pois temos vistos políticos corruptos e perigosos para a nação serem beneficiados com prisões domiciliares, diferentemente dos pobres e oprimidos que são levados diretamente para os presídios e cadeias de delegacias, que mais parem com latas de sardinhas. Em nosso Brasil quem tem dinheiro de fonte lícita ou ilícita sempre sai levando vantagem sobre os demais, e aí nós constatamos que, a Constituição Federal no seu art. 5º. Não condiz com a realidade. Esse negócio de preso com tornozeleira eletrônica não resolve, pois muitos deles de posse desse aparelho continuam a praticar crimes de vários matizes.

A violência está fortalecida em todos os quadrantes do Brasil, desde o estado mais pobre, ao estado mais rico. É o crime organizado tomando conta do País, visto que eles se organizam, mas o governo não. O homem do campo, o agricultor em épocas de vacas magras não consegue colher o mínimo para o seu sustento e o de sua numerosa família. As agruras começam a infernizar a vida desse laborioso trabalhador rural, trazendo-lhe a fome, a miséria, as ações deletérias que transformam ideais de um homem sofredor em uma esperança inóspita, pois o Câncer da corrupção e da violência destrói qualquer tipo de esperança. Esses aspectos negativos leva o ser humano a migrar do seu torrão natal para o desconforto das favelas, dos viadutos, das ruas e avenidas, e das famigeradas zonas de riscos das capitais.

O Programa “Minha Casa Minha Vida”, foi mais um vetor da corrupção patrocinado pelo Partido dos Trabalhadores (PT). A falta de verbas para a Educação, para a Saúde e a Segurança deixaram o Brasil a mercê dos marginais e dos traficantes que os órgãos de Segurança Pública não conseguem exterminar. É bem provável que esses poderosos traficantes morem em zonas de luxo das granes cidades, pois aqueles que trocam tiros com a Polícia são meros repassadores de drogas. O estado do Ceará, antes pacato e hoje um estado violento, e tem mais homicídios em 2017 que em todo o ano de 2016. Outubro começou e o número de homicídios neste ano chegou a 3.417. Em todo o ano passado, foram registradas 3.407 ocorrências. Considerado somente agosto, Fortaleza registrou crescimento de 82,7% nas mortes violentas.

É de se estranhar porque nas grandes periferias não exista um grande número de policiais com quarteis bem equipados. É fácil fazer o mapa da violência é aumentar o policiamento nesses locais, já que os que vivem na marginalizados em sua maioria são de gente sem condições de vida decente e normalmente desempregados e para sobreviverem se embrenham pelo caminho do crime. As estatísticas mostram que os crimes bárbaros acontecem com mais frequência nesses locais. Saindo desse ponto de vista vamos entrar em outro bastante conhecido de todo o Brasil. Lucília Lance, 29 anos, na lápide do marido, Thiago, enterrado ao lado de um colega de corporação. Márcio Leandro do Nascimento Marins (*14-08-1971 +14-02-2017), Thiago de Oliveira Lance *08-08-1985 + 23-02-2017). A dor de uma marca trágica.

Quem são os rostos por trás da carnificina que, só neste ano, matou quase 100 policiais no Rio de Janeiro, número sem paralelo no Brasil ou no mundo. Façam uma estatística de policiais mortos em todo Brasil e verás que o governo não dá apoio as suas forças de Segurança. O efetivo se encontra 100% defasado, pois a Organização das Nações Unidas (ONU) determina percentual de 1 policial para 250 habitantes, e além do mais, o governo paga salário de misérias para os encarregados da segurança dos estados brasileiros. A Reforma da Fancaria- Sob o pretexto de melhorar a prática política, deputados tentam aprovar mudanças cujo objetivo é um só: facilitar a própria reeleição. Desde o início da reforma, deputados buscam medidas para se proteger da Lava Jato. O que pode mudar.

Os principais pontos da reforma política que serão votados. Eleição para deputados e vereadores: – Como funciona hoje: O sistema é proporcional. São eleitos candidatos de partidos ou coligações que atingem um montante mínimo de votos, o chamado quociente eleitoral. A quantidade de vagas que cabe às siglas é definida com a divisão do número de votos válidos pelo número de cadeiras disponíveis. Proposta defendida no relatório: O “distritão” estabelece que serão eleitos os candidatos mais votados. Vantagens do distritão: acaba com o chamado “efeito Tiririca”, que ocorre quando um puxador de votos garante a eleição de colegas de partido com pouca votação. Proposta discutida nos bastidores: O “semidistritão” é visto como um meio-termo entre om sistema proporcional e o distritão. O eleitor poderia votar no candidato ou Financiamento.

Como funciona hoje: As no partido. No segundo caso, os votos seriam distribuídos entre os candidatos da sigla, que elegeria os primeiros colocados. Financiamento- Como funciona hoje. As campanhas são custeadas com doações de pessoas físicas (o limite é de até 10% da renda do doador no ano anterior à eleição), recursos dos caixas dos partidos e verba do fundo partidário, que é de R$ 819 milhões. Doações empresariais são proibidas por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Proposta defendida no relatório. Além das fontes de financiamento juá existentes, cria-se um fundo com recursos públicos para abastecer as campanhas, dotado de R$ 3,8 bilhões. Tramita ainda na Comissão Especial da Câmara proposta de mudança nas regras para doação de pessoas físicas que, na prática, estabelece como fato de contribuição dez salários mínimos para cada cargo de deputado. Proposta discutida nos bastidores. São duas as alternativas.

Retornar o financiamento privado ou remanejar recursos já existentes, com o fundo partidário e as emendas parlamentares, para custear as campanhas. De cúmplices a rivais. Na corrida pela delação, Eduardo Cunha, por enquanto, está atrás do doleiro Lúcio Funaro, seu antigo parceiro de negociatas.  Chefe e operador. O ex-deputado Eduardo Cunha e o doleiro Lúcio Funaro a parceria no porão do PMDB funcionou durante quase duas décadas. O que ninguém fez: Programa tucano faz autocrítica inédita sobre vícios do sistema político, e amplia o racha interno. No fundo do buraco. O ajuste com aumento do déficit e arrocho no funcionamento é a proa de que o Estado está gordo demais, e só reformas vão tirar as contas públicas do atoleiro.

O aumento dos gastos públicos não ajudou a tirar o país da recessão nos últimos anos. Deputados desfrutam mordomias indispensáveis para a população, à renda mensal supera 88.000 reais. Pode Freud?  A vez de Renan- Caiu à presidência da República, Caiu o presidente da Câmara. Com a delação do pagador do PMDB, a Lava Jato, agora, chega ao ex-presidente do Senado. Temer vê pela segunda vez o seu mandato ameaçado. O presidente que se diz honesto não é verdade, pois quem pratica a honestidade a justiça passa bem longe e o honesto continua levando sua vida proporcionando nuanças políticas de qualidade para a população. Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES- MEMBRO DA ACI-JORNALISTA- MEMBRO DA ACE- DA UBT- DO PORTAL CEN (LUSO- BRASILEIRO)-DO RECANTO DAS LETRAS- DO PARA LER E PENSAR E DA ALOMERCE.


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ANTONIO PAIVA RODRIGUES

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O BRASIL E O BRASILEIRO

O BRASIL E O BRASILEIRO

O brasileiro pelas suas origens doridas e alicerçadas no sofrimento, cuja experiência é multifária, nos leva a conclusão que entre a “desordem” natural das coisas existe a permissão e estimulação do excesso verossímil dessa sentença. Pelo seu comportamento de liberdade onde a vontade de fazer esbarra em duas palavras: “Continência e Disciplina”. Deixa o brasileiro nas amarras e sem poder desenvolver sua potencialidade oticada. Vem então à aplicação daquilo que adquiriu no berço e que o malogro poderá prejudicá-lo. É o emprego da famosa “malandragem” e o carismático “jeitinho brasileiro”. O brasileiro se insere na expressão do correto clichê popular de que: “O homem é produto do meio”, esquecendo-se, porém de dar conotação de que esse meio foi construído por ele próprio. Nós reagimos a tudo e gostamos de apelidar certos fatos de “frescuras”. Certa vez um determinado senhor ao desobedecer com certa “constância” às placas de advertência, por exemplo: Não pise na grama, não cuspa no chão, não jogue lixo na água e na rua. Com jeito hilário e maroto disse: “Meu amigo se eu obedecesse todas as advertências que vejo estaria de barriga cheia”.

Espantado o fiscal perguntou: Por quê? Ele com sua malandragem habitual e com jeitinho todo especial afirmou: “sempre vejo beba coca-cola. Bela coca-cola”. No livro “Carnavais malandros e heróis”, o dilema que colocamos com outras conotações tem outro aspecto. Isso pode isto não pode. Estas conotações e nuanças nada mais são do que a figura social do indivíduo brasiliano sujeita as leis universais. O ser humano não está isento das relações sociais, o mais importante é saber como reagir diante de tantas proibições ou avisos de segurança se não estamos intelectualmente preparados para esse mister. Essa cultura ainda não nos açambarcou. Se for multado procure um amigo para não pagar a multa. Se for barrado em blitze procure todos os meios para não ser punido se estiver errado (jeitinho e malandragem brasileiros). Essa ação de desculpa é seguida dos mais diversos motivos, desde o convencimento ao suborno. Se não pagou a dívida no dia do vencimento se nega a pagar juros alegando motivos inocentes e pueris.

Se entrar numa fila homérica se posta diante de uma pessoa mais a frente começa um bate-papo para ludibriar os companheiros de fila, e ser atendido iludindo os demais. É assim o dia do brasileiro. É o chamado “moleque” na expressão escorreita da palavra. Para não pagar pelo consumo de energia usa o velho “gato”. Ao ser descoberto afirma que de nada sabia chegando ao ponto de chorar para amolecer o coração do fiscal. Enquanto em países do primeiro mundo as leis são cumpridas com rigor, aqui tudo se leva na brincadeira, no faz de conta. Existe uma enorme diferença entre regras jurídicas e práticas da vida diária. Na verdade o brasileiro através do jeitinho que só ele sabe gosta de levar vantagem em tudo aplicando a “lei do Gerson”. Gosto de levar vantagem em tudo; certo! O jeitinho e a malandragem nada mais são do que a lúdica vontade de burlar e auferir as benesses do velho privilégio.

A destruição dessas “bonanças” trouxe o convencimento humano do certo e do errado. Sabe quem eu sou com quem está falando? Eu sou Dr. Fulano de tal termo usado para conseguir seu intento, na nomenclatura popular essa atitude recebe a sinonímia da “velha carteirada”. Tudo aqui explanado nos leva a condição de pertencermos a um país onde a lei significa “tudo pode” e é regulamentada formalmente pelos prazeres e destruição de projetos e iniciativas. O “jeitinho e a malandragem” são processos simples e tocantes constando de uma dramatização em três atos: um deles é a pessoa que passa despercebida pela sua modesta posição e seu jeito simples de vestir. Pode ser até uma pessoa rica e de personalidade, mas no Brasil a aparência vale muito e essa pessoa está sujeita em segundo plano. O segundo seria a prática da persuasão e convencimento, a velha lábia. E tirar proveito de tudo. Na realidade o jeitinho e a malandragem fazem parte da cultura do brasileiro. Aqui na terrinha depois de vários dias de chuvas intensas o sol decidiu dar as caras fazendo com que muita gente saísse de casa para vaiar o astro rei, o sol. Esse fato aconteceu na Praça do Ferreira na capital cearense.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ALOMERCE

A PAZ

A PAZ

Na pedagogia Divinal inserimos a paz, o pilotis da esperança,

Tentáculos descortinados de amor, de corações malogrados,

Magoados, estatizados, escorraçados, estéreis sem bonança.

Alvitrando um pazear de confiança, antevendo os esposados.

Ondas calmas, tranqüilas, cheias de segredos auferindo paz,

Capazes de transbordarem na fonte num momento de lampejo.

Exterminar a violência, o mal, em atitude desregrada e voraz,

Onde o mal imanta e desencanta o aguilhão do bem que cortejo.

Alvitramos orbe de esperanças e felicidades, chega de sofrimentos.

O mundo é um lamento, o violento adentra nas cantigas de ninar,

Reciprocidade vibratória e redentora interage nossos pensamentos

Na meditação acoplamos o Cristo vêm à mente, silente a cortejar.

No orbe terrestre a fraternidade, a caridade são sementes ubertosas.

Quando o futuro se torna obscuro, a prece, a oração são soluções.

Quando os seres humanos não encontram diretrizes prodigiosas,

Excogitando esperanças no Pai Divino, na execração das ilusões.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ALOMERCE

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