terça-feira, 10 de outubro de 2017



O PAPA PIO XII SERIA INOCENTE DAS ACUSAÇÕES IMPUTADAS A ELE.

Muitos exegetas falam sobre a vida do Papa Eugênio Pacelli, que teve seu papado iniciado em 1939 e findo em 1958. Quando assumiu o papado recebeu a nominação de PIO XII. Determinada vez redigiu um artigo falando sobre a vida desse Papa onde muitos estudiosos em religião afirmam ser ele, filhote do Nazifascismo e cúmplice da matança dos judeus na segunda Guerra Mundial. Quero afirmar aos nossos amigos que esta história minha, mas de alguns estudiosos e conhecedores do assunto. Queria eu, que todas as religiões tivessem evoluído no amor, na caridade e na fraternidade e não com inquisições, guerras e disputas por poder. Acho essa situação incompreensível, e ainda hoje algumas religiões exterminam milhões de irmãos em nome de “Deus”.

Mas que Deus seria esse que inseriu o ódio em determinadas religiões, onde seus próceres eram possuidores da “verdade”. Núncio na Alemanha, cardeal em 1929, Pio XII tornou-se, desde então, secretário de estado de Pio XI, a quem sucedeu em 2 de março de 1939, acumulando novamente a função de secretário de Estado, a partir de 1944. Durante a Segunda Guerra Mundial, PIO XII concedeu asilo a numerosos refugiados, sobretudo judeus; seria, contudo, criticado por seu “silêncio oficial” diante das atrocidades nazistas. No plano doutrinal e disciplinar, PIO XII, um Pontífice autoritário, mostrou-se fiel a linha tradicional da Igreja católica Romana. Em 1950, definiu como dogma a Assunção da Virgem Maria, PIO XII, até hoje, é acerbamente criticado pela maioria dos historiadores e outros estudiosos devido a sua omissão durante o extermínio de mais de seis milhões de judeus pelas tropas do sanguinário ditador Adolf Hitler durante a 2ª. Guerra Mundial, de 1939 a 1945.

Inúmeras obras foram e continuam sendo publicadas, por renomados escritores, sobre o polêmico Papa de Hitler, que fechou os olhos para o sofrimento do povo mais perseguido de toda a História humana, os filhos de Israel. PIO XII assistiu de braços cruzados ao morticínio de seis milhões de irmãos semitas diante do Moloch hitlerista e nada fez para impedi-lo, pelo contrário, apoiou a política e o programa de extermínio da raça judaica pelo governo do Terceiro Reich alemão. As provas são nas últimas seis décadas do século XX, ou seja, de 1939 ao ano de 2000, com comprovações documentais que envolvem autoridades seculares e religiosas de vários países simpatizantes, tanto quanto a Santa Sé, favorável à ideologia Nazifascista. PIO XII frequentou o círculo íntimo de amizades de Hitler, participando quase diariamente das decisões governamentais do ditador alemão, por força de suas atribuições como Núncio de PIO XI durante a ascensão do Terceiro Reich, de 1933 a 1945. Sua omissão é quase imperdoável, já que também foi cúmplice da fuga de vários criminosos de guerra nazistas para a América Latina, através da chamada Operação Odessa, que instituiu uma organização obscura de coloração nazifascista, filha da parceria entre a Santa Sé e três de seus devotos filhos: Hiitler, Mussolini e Franco.  

Esta cumplicidade auxiliou no fornecimento de passaportes falsos como Adolf Eichmann, Ante Pavelic, Waltere Rauff, Klaus Barbie e tantos outros, que fugiram para países como Argentina, Bolívia, Paraguai e Brasil, este último, hospedeiro de Joseph Mengele e Gustav Wagner, que residiram em São Paulo. Pio XII também colaborou com Hitler na transferência do ouro roubado aos judeus para os cofres da Suíça. (que, entretanto manteve-se neutra, bem como Portugal e Suécia). O tesouro permaneceu oculto nos bancos daquele País até bem recentemente, sendo atualmente reclamado judicialmente por parentes das vítimas do Nazismo. Segundo a opinião crítica de alguns historiadores, o plano era dividir tudo que fosse confiscado dos judeus entre o Reich nazista e o Vaticano, caso a Alemanha ganhasse a guerra.

Felizmente, tal coisa não aconteceu. E não há quem possa negar que a Santa Igreja Católica Romana conhece como ninguém, os mandamentos do Decálogo, que advertem: “Não furtarás”. (EX 20, 15) e também : “Não cobiçarás a casa do teu próximo” (EX20,17)...Mesmo assim no decurso da História, como podemos constatar em inúmeras passagens desta obra, nem sempre foi respeitado o direito do semelhante , quando ausente da presença de seus bens. Outra controvérsia que tive com o amigo Miguel Carqueija que está no seu livre-arbítrio em defender a sua religião e não sou contra isso, e também por não ter sido o inventor ou escritor de todos esses livros que falam sobre a vida do controvertido Papa. Continuo a afirmar estimado amigo que o seu jeito de deslizar e contrapor as nossas ideias eu concordo em alguns detalhes. Dizes que eu estou desvirtuando o que relatas o que não é verdade.

Se você pensa assim eu não posso fazer nada. Sobre a vida em Marte quem fez essa indagação foi o Espírito Ramatis que Hercílio Maes psicografava. Nós na realidade não estamos debatemos estamos tão somente dando conotação a fatos que sua religião não aceita, e é contrária aos ensinamentos espíritas. A Igreja Católica no passado aceitava a reencarnação mudando no período em que Justiniano governava. "Jesus dizia na Casa do Meu Pai existem várias moradas" o mundo tem mais de 200 milhões de galáxias e estamos vivendo na Via Láctea. Seria muita pretensão dizer que só existe vida na Terra. Só para esclarecer o que vou citar no meu artigo, No plano doutrinal disciplinar, Pio XII, um Pontífice autoritário, mostrou-se fiel à linha tradicional da Igreja Católica Romana. Em 1950, definiu como dogma da Assunção da Virgem Maria. Pio XII, até hoje, é acerbamente criticado pela maioria dos historiadores e outros estudiosos devido à sua omissão durante o extermínio de mais de seis milhões de judeus pelas tropas do sanguinário ditador Adolf Hitler durante a segunda guerra mundial, de 1939 a 1945, todos esses detalhes estão inseridos no bojo desse artigo.

Muita lama tem sido jogada na pessoa de PIO XII, principalmente no que se refere à sua vida privada com uma possível amante, a freira alemã Pasqualina Lehnert, sua camareira e confidente de longos anos. (antes e depois de sua eleição para o pontificado romano). Essa opinião é expressada pelo historiador católico inglês John Cornwell, ao afirmar  que “a freira Pasqualina Lehnert, fidelíssima governanta, que acompanhou  Pio XII  até a morte, chegando a provocar ciúmes na irmã do Pontífice nazifascista , teria tido relações amorosas com esse Papa, carnais ou platônicas”. PIO XII governou a Igreja católica por 19 anos, perdendo em termos de duração no poder apenas para o Papa João Paulo II(que no ano 2000 completou 22 anos de pontificado à frente do Vaticano, cultivando excelente credibilidade não só entre os católicos do mundo, mas também entre grandes estadistas do século XX, como Ronald Reagan, Margareth Thatcher, François Mitterrand, Helmut Kohl e Mikhail Gorbachev, agradecidos pelos relevantes serviços prestados na derrocada do agonizante comunismo soviético).

Outro assunto que o amigo não coadunou comigo foi sobre a reencarnação e não o condeno, pois faz parte da sua crença e do seu livro arbítrio, no entanto quero dizer que: “A Santíssima Trindade; a existência de Deus, e virgindade de Maria. A ciência comprovou a reencarnação e vários autores não brasileiros já citaram isso em livros, mas vou pedir que leia Yan Stevenson cientista americano, leia sobre Tertuliano, o próprio Paulo de Tarso, André Luiz, Colônias espirituais, entre outros. Este texto abaixo sumariado revela que cientistas comprovaram a Reencarnação Humana, revestindo-se de uma certeira e alucinante resposta aos céticos que por falta de conhecimentos e calçados na mais ferrenha e obscura ignorância filosófica e cientifica, simplesmente rechaçam toda nossa sabedoria universal que paulatinamente a partir da grande evolução filosófica grega nos contempla com a luz que ilumina as trevas do obscurantismo”.

Esse artigo em sua maioria foi retirado do excelente livro do escritor Jeovah Mendes (Os 30 Papas que envergonharam a humanidade). Citado autor já esteve no programa onde e meia de JÔ Soares. Eu sei que ninguém é dono da verdade, pois Deus está com ela, mas é isso que a historia-nos conta. Esta cumplicidade auxiliou no fornecimento de passaportes falsos como Adolf Eichmann, Ante Pavelic, Waltere Rauff, Klaus Barbie e tantos outros, que fugiram para países como Argentina, Bolívia, Paraguai e Brasil, este último, hospedeiro de Joseph Mengele e Gustav Wagner, que residiram em São Paulo. Pio XII também colaborou com Hitler na transferência do ouro roubado aos judeus para os cofres da Suíça. (que, entretanto manteve-se neutra, bem como Portugal e Suécia). O tesouro permaneceu oculto nos bancos daquele País até bem recentemente, sendo atualmente reclamado judicialmente por parentes das vítimas do Nazismo. Segundo a opinião crítica de alguns historiadores, o plano era dividir tudo que fosse confiscado dos judeus entre o Reich nazista e o Vaticano, caso a Alemanha ganhasse a guerra. Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES- JORNALISTA/MEMBRO DA ASSOCIAÇÃO CEARENSE DE IMPRENSA (ACI) / MEMBRO DA UNIÃO BRASILEIRA DOS TROVADORES (UBT) / DO PORTAL CEN (LUSO – BRASILEIRO) / ASSOCIAÇÃO CEARENSE DOS ESCRITORES (ACE) / MEMBRO DA ACADEMIA DE LETRAS DOS OFICIAS DA RESERVA E REFORMADOS DO CEARÁ (ALOMERCE) / PSICOPEDAGOGO/ ADMINISTRADOR (GESTÃO DE EMPRESAS).











Nenhum comentário:

JORNALISMO PELO BRASIL

ANTONIO PAIVA RODRIGUES

Minha foto
FORTALEZA, CEARÁ, Brazil
SOU JORNALISTA, MILITAR, CELPM R/R, GESTOR DE EMPRESAS, GOSTO DE LER E ESCREVER,SOU IMPERFEITO COMO TODO SER HUMANO! AMO A DEUS E A JESUS DE NAZARÉ, SOU ESPIRITISTA PRATICANTE.

A OUVIR

A OUVIR
ASSOCIAÇÃO DOS OUVINTES DE RÁDIO DO CEARÁ

CORDÉIS

CORDÉIS
CÍCERO MODESTO GOMES E DALVA MOREIRA

CORDÉIS E OUTROS POEMAS

CORDÉIS E OUTROS POEMAS
PATATIVA DO ASSARÉ(ORGANIZADOR PROF.GILMAR DE CARVALHO)

PINTANDO O SETE

PINTANDO O SETE
WALDIR RODRIGUES DE CARVALHO

MINICONTOS

MINICONTOS
WALDIR RODRIGUES DE CARVALHO

DOCE AMARGURA

DOCE AMARGURA
WALDIR RODRIGUES

CONTRACAPA

CONTRACAPA
DOCE AMARGURA(WALDIR RODRIGUES)

TURISMANDO ESTRELAS

TURISMANDO ESTRELAS
WALDIR RODRIGUES

CRÔNICAS

CRÔNICAS
ILUSÃO DO ETERNO(WALDIR RODRIGUES)

NOVELA MILENA

NOVELA MILENA
WALDIR RODRIGUES

CONTRACAPA

CONTRACAPA
SONETOS DO WALDIR RODRIGUES

SONETOS

SONETOS
WALDIR RODRIGUES DE CARVALHO

O BRASIL E O BRASILEIRO

O BRASIL E O BRASILEIRO

O brasileiro pelas suas origens doridas e alicerçadas no sofrimento, cuja experiência é multifária, nos leva a conclusão que entre a “desordem” natural das coisas existe a permissão e estimulação do excesso verossímil dessa sentença. Pelo seu comportamento de liberdade onde a vontade de fazer esbarra em duas palavras: “Continência e Disciplina”. Deixa o brasileiro nas amarras e sem poder desenvolver sua potencialidade oticada. Vem então à aplicação daquilo que adquiriu no berço e que o malogro poderá prejudicá-lo. É o emprego da famosa “malandragem” e o carismático “jeitinho brasileiro”. O brasileiro se insere na expressão do correto clichê popular de que: “O homem é produto do meio”, esquecendo-se, porém de dar conotação de que esse meio foi construído por ele próprio. Nós reagimos a tudo e gostamos de apelidar certos fatos de “frescuras”. Certa vez um determinado senhor ao desobedecer com certa “constância” às placas de advertência, por exemplo: Não pise na grama, não cuspa no chão, não jogue lixo na água e na rua. Com jeito hilário e maroto disse: “Meu amigo se eu obedecesse todas as advertências que vejo estaria de barriga cheia”.

Espantado o fiscal perguntou: Por quê? Ele com sua malandragem habitual e com jeitinho todo especial afirmou: “sempre vejo beba coca-cola. Bela coca-cola”. No livro “Carnavais malandros e heróis”, o dilema que colocamos com outras conotações tem outro aspecto. Isso pode isto não pode. Estas conotações e nuanças nada mais são do que a figura social do indivíduo brasiliano sujeita as leis universais. O ser humano não está isento das relações sociais, o mais importante é saber como reagir diante de tantas proibições ou avisos de segurança se não estamos intelectualmente preparados para esse mister. Essa cultura ainda não nos açambarcou. Se for multado procure um amigo para não pagar a multa. Se for barrado em blitze procure todos os meios para não ser punido se estiver errado (jeitinho e malandragem brasileiros). Essa ação de desculpa é seguida dos mais diversos motivos, desde o convencimento ao suborno. Se não pagou a dívida no dia do vencimento se nega a pagar juros alegando motivos inocentes e pueris.

Se entrar numa fila homérica se posta diante de uma pessoa mais a frente começa um bate-papo para ludibriar os companheiros de fila, e ser atendido iludindo os demais. É assim o dia do brasileiro. É o chamado “moleque” na expressão escorreita da palavra. Para não pagar pelo consumo de energia usa o velho “gato”. Ao ser descoberto afirma que de nada sabia chegando ao ponto de chorar para amolecer o coração do fiscal. Enquanto em países do primeiro mundo as leis são cumpridas com rigor, aqui tudo se leva na brincadeira, no faz de conta. Existe uma enorme diferença entre regras jurídicas e práticas da vida diária. Na verdade o brasileiro através do jeitinho que só ele sabe gosta de levar vantagem em tudo aplicando a “lei do Gerson”. Gosto de levar vantagem em tudo; certo! O jeitinho e a malandragem nada mais são do que a lúdica vontade de burlar e auferir as benesses do velho privilégio.

A destruição dessas “bonanças” trouxe o convencimento humano do certo e do errado. Sabe quem eu sou com quem está falando? Eu sou Dr. Fulano de tal termo usado para conseguir seu intento, na nomenclatura popular essa atitude recebe a sinonímia da “velha carteirada”. Tudo aqui explanado nos leva a condição de pertencermos a um país onde a lei significa “tudo pode” e é regulamentada formalmente pelos prazeres e destruição de projetos e iniciativas. O “jeitinho e a malandragem” são processos simples e tocantes constando de uma dramatização em três atos: um deles é a pessoa que passa despercebida pela sua modesta posição e seu jeito simples de vestir. Pode ser até uma pessoa rica e de personalidade, mas no Brasil a aparência vale muito e essa pessoa está sujeita em segundo plano. O segundo seria a prática da persuasão e convencimento, a velha lábia. E tirar proveito de tudo. Na realidade o jeitinho e a malandragem fazem parte da cultura do brasileiro. Aqui na terrinha depois de vários dias de chuvas intensas o sol decidiu dar as caras fazendo com que muita gente saísse de casa para vaiar o astro rei, o sol. Esse fato aconteceu na Praça do Ferreira na capital cearense.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ALOMERCE

A PAZ

A PAZ

Na pedagogia Divinal inserimos a paz, o pilotis da esperança,

Tentáculos descortinados de amor, de corações malogrados,

Magoados, estatizados, escorraçados, estéreis sem bonança.

Alvitrando um pazear de confiança, antevendo os esposados.

Ondas calmas, tranqüilas, cheias de segredos auferindo paz,

Capazes de transbordarem na fonte num momento de lampejo.

Exterminar a violência, o mal, em atitude desregrada e voraz,

Onde o mal imanta e desencanta o aguilhão do bem que cortejo.

Alvitramos orbe de esperanças e felicidades, chega de sofrimentos.

O mundo é um lamento, o violento adentra nas cantigas de ninar,

Reciprocidade vibratória e redentora interage nossos pensamentos

Na meditação acoplamos o Cristo vêm à mente, silente a cortejar.

No orbe terrestre a fraternidade, a caridade são sementes ubertosas.

Quando o futuro se torna obscuro, a prece, a oração são soluções.

Quando os seres humanos não encontram diretrizes prodigiosas,

Excogitando esperanças no Pai Divino, na execração das ilusões.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ALOMERCE

QUAL AVALIAÇÃO VOCÊ DARIA A ESTE BLOG

ALOMERCE

ALOMERCE
JURAMENTO DOS ACADÊMICOS

AORECE E ALOMERCE

AORECE E ALOMERCE
TEXTOS NO CONTEXTO OFICIAL DA AORECE E ALOMERCE

REVISTA DA AORECE

REVISTA DA AORECE
SENTINELA

LIVRO

LIVRO
80 ANOS DA ASSOCIAÇÃO CEARENSE DE IMPRENSA(ACI) DETALHES SOBRE A HISTÓRIA DO RÁDIO NO CEARÁ, NO BRASIL E NO MUNDO

LIVRO

LIVRO
VIOLÊNCIA: O DILEMA DA SOCIEDADE

LIVRO

LIVRO
MEIOS DE COMUNICAÇÃO E ESPIRITISMO

LIVRO

LIVRO
CRÍTICAS, CONCEPÇÕES E REFLEXÕES SOBRE RELIGIÃO

LIVRO

LIVRO
AS PRIMEIRAS EXPERIÊNCIAS DE UM ESTUDANTE DE JORNALISMO