terça-feira, 19 de setembro de 2017

A ROUBALHEIRA CONTINUA...

A ROUBALHEIRA CONTINUA...

“Em todos os agrupamentos humanos, palpita a preocupação de ganhar. O espírito do lucro alcança os setores mais singelos. \meninos, mal saídos da primeira infância, mostram-se interessados em amontoar egoisticamente alguma coisa. A atualidade conta com mães numerosas que abandonam seu lar a desconhecidos, durante muitas horas do dia, a fim de experimentarem a mina lucrativa. Nesse sentido, a maioria das criaturas converte a marcha evolutiva em corrida inquietante” {...}. (Emmanuel).

Analisar, refletir, ponderar são modalidades do ato de ouvir. É indispensável que a criatura esteja sempre disposta a identificar o sentido das vozes, sugestões e situações que a rodeiam. Sem observação, é impossível executar a mais simples tarefa no ministério do bem. Somente após ouvir, com atenção, pode o homem, falar de modo edificante na estrada evolutiva. Quem ouve, aprende. Quem fala doutrina. Um guarda, outro espalha. O mau trabalhador está sempre queixoso. Quando não atribui sua falta aos instrumentos em mão, lamenta a chuva, não tolera o calor, amaldiçoa a geada e o vento. Esse é um cego de aproveitamento difícil, porquanto somente enxerga o lado arestoso das situações.

O bom trabalhador, no entanto, compreende, antes de tudo, o sentido profundo da oportunidade de recebeu. Valoriza todos os elementos colocados em seus caminhos, como respeita as possibilidades alheias. Se muitas vezes aparece fracasso, nesse particular, se as experimentações são falhas de êxito, é que, na maioria dos casos, o indagador obedece muito mais ao egoísmo próprio que ao imperativo edificante. O homem avulta em conhecimento, mais compreende o valor do tempo e das oportunidades que a vida maior lhe proporciona, reconhecendo por fim, a imprudência de gastar recursos preciosos em discussões estéreis e caprichosas. Os sentimentos do homem, nas suas próprias ideias apaixonadas, se dirigidos para o bem, produziriam sempre, em consequência, os mais substanciosos frutos para o engrandecimento da sua Pátria.

Em quase toda a parte, porém, desenvolvem-se ao contrário, impedindo a concretização dos problemas divinos, com respeito à redação dos homens. Dizem que o pobre vive de teimoso, mas de teimosia se chega à esperança. Diz o dito popular: “Quem espera sempre alcança”, e completaríamos: “Não se cansa”. Quem tem um ideal na vida deve lutar por ele, vencer todos os obstáculos, todos os empecilhos, mas nunca esquecer que a vitória chegará. É baseado nesses atributos que o povo brasileiro vem lutando titanicamente para vencer todos os percalços, todas as pedras de tropeços para melhorar o caos que ora domina a economia brasileira. Fomos vítimas de políticos gananciosos, ambiciosos que queriam enricar facilmente, subtraindo dinheiro público com intuito de locupletação.

Políticos não defendem seus eleitores, eles só pensam no poder e ambicionam ficar com a melhor fatia que o governo lhes oferece. A vida nos prega muitas peças, mas o que devemos fazer com essas peças? Montá-las e transformá-las num projeto de vida estonteante, entusiasta e de utilidades mil. Lembre-se que, quere é poder. Costumeiramente mostramos os descasos que acontecem em todo o Brasil e nesse artigo colamos uma notícia quiçá importante. “Polícia Federal (PF) desarticula quadrilha que desviou mais de R$ 380 milhões de prefeituras.”. A operação teve início a partir de um levantamento realizado pela CG, que constatou irregularidades cometidas por um grupo de empresas em municípios do Ceará e Piauí.

Polícia Federal, em parceria com a Procuradoria Geral da União, realizou a Operação Fraternidade para desarticular organização criminosa especializada em fraudes em licitação e no desvio de verbas públicas, sobretudo no Ceará e em outros estados. Foram cumpridos nove mandados de prisão temporária, 12 de condução coercitiva e 24 de busca e apreensão, além de sete mandados de intimação. A operação teve inicio a partir de um levantamento pela CGU, que constatou irregularidades cometidas por um grupo de empresas em municípios do Ceará e do Piauí. Somente no Ceará, as investigações identificou, pelo menos 68 pessoas jurídicas que receberam pagamentos de 121 municípios cearenses, da ordem de R$ 380.604.801,70, entre janeiro de 2002 e março de 2003.

Segundo a Polícia Federal, a principal maneira de agir do grupo investigado era a utilização das empresas por ele controladas em conjunto e em forma de rodizio. Desta forma, o grupo conseguiu vencer licitações e receber vultosos valores advindos do poder público, boa parte dos quais desviados. E tudo era feito sem chamar a atenção das autoridades.  Dentre as fraudes detectadas estão o superfaturamento na execução dos contratos, prática de falsificação de documentos, lavagem de dinheiro, múltiplos vínculos societários entre as empresas interpostas em contratações públicas promovidas por prefeituras.

O advogado Igor César Rodrigues, que representa os três irmãos envolvidos, explicou que as duas irmãs foram ouvidas e liberadas posteriormente, enquanto o irmão, que estava fora do Estado, deve se apresentar na sede a PF. Alusão ao núcleo do grupo, entre outros, formado por três irmãos, com vinculação em várias empresas. Participaram da operação auditores da CGU e 1498 policiais federais. A CGU aponta ainda falsificação de documentos, lavagem de dinheiro, múltiplos vínculos societários entre as empresas e utilização de pessoas jurídicas de fachada e de pessoas interpostas em contratações públicas promovidas por prefeituras. Os recursos federais e municipais vêm do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate) e Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Chegou ao fim a Operação Fantasma, com a prisão de nove pessoas em Teresina, Campo Maior e em Jericoacoara, no Ceará, a apreensão de três carros e o bloqueio de aproximadamente R$ 157 mil das contas dos alvos da operação. Dos 14 mandados cumpridos, nove pessoas foram presas. A quadrilha era organizada de forma hierarquizada verticalmente, com os três irmãos empresários no topo: Mirtdams Júnior, João Canuto Neto e Williams de Melo.  R% 50 milhões em propinas para a campanha de Dilma. Marcelo Odebrecht conta em delação como arquitetou junto com o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, financiamento da eleição da ex-presidente. Em delação, Marcelo Odebrecht contou como foi montada, ao lado do ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, a estratégia para financiar a eleição da petista em 2010. Dinheiro foi repassado em nome da Braskem para o caixa dos do Partido dos Trabalhadores. Dinheiro foi repassado ao caixa paralelo da petista em troca de benefícios fiscais para a Braskem.

É um tal de toma lá da cá que terminou afundando o nosso País. Preocupado com a possível perda de benefícios fiscais à Braskem, braço petroquímico em sociedade com a Petrobras, Marcelo Odebrecht pediu ao seu subordinado Alexandrino de Alencar que atuasse em favor da empresa junto ao governo do então presidente Lula. Alexandrino Alencar faz articulações no governo e intermedeia o contato entre Marcelo Odebrecht e o então ministro da Fazenda, Guido Mantega. Marcelo Odebrecht tem diversas reuniões com Mantega para discutir o assunto. Em uma delas, o ministro cobra R$ 50 milhões como contrapartida, que seriam destinados à campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2010.

Marcelo consulta a cúpula da Braskem, que autoriza o pagamento da propina por meio do setor de operações estruturadas, o departamento da Odebrecht usado para esse fim. Segundo delatores da empreiteira, o então presidente da Braskem Bernardo Gradin era quem avalizava esse tipo de operação. Segundo a delação, a Braskem obteve os benefícios pretendidos e liberou o pagamento para a campanha de Dilma, via caixa-dois. Depois de acertar com Mantega, Marcelo Odebrecht, recebeu o sinal verde da cúpula da Braskem.  Qual a honestidade desta senhora que tanto deputados federais e senadores do Partido dos Trabalhadores, afirma ela ter. Empréstimo suspeito de R4 12 milhões para o amigão de Lula.

Documento do Banco Central (BC) comprova que o banco da empreiteira Schahin concedeu financiamento irregular ao empresário José Carlos Bumlai.  O dinheiro teria sido usado pela cúpula do PT para calar um chantagista no caso do assassinato de Celso Daniel em troca, a Schahin ganhou US$ 1,2 bilhão em contrato com a Petrobras. O tesoureiro do PT levou milhões em propina para o partido. A verdade é que esse Partido dos Trabalhadores, juntamente com seus integrantes transformaram a Petrobras numa caixa de Pandora. Caixa de pandora é um mito grego que narra à chegada da primeira mulher a Terra e com ela a origem de todas as tragédias humanas. Na mitologia grega, Pandora foi à primeira mulher criada por Hefesto sob as ordens de Zeus. Essa história foi contada pelo poeta grego Hesíodo, que viveu no século VIII a.C. De acordo com a obra, o titã Prometeu presenteou os homens com o fogo para que dominassem a natureza. Zeus, o chefe dos deuses do Olimpo, que havia proibido a entrega desse dom à humanidade, arquitetou sua vingança criando Pandora, a primeira mulher.

Antes de enviá-la a Terra, entregou-lhe uma caixa, recomendando que ela jamais fosse aberta, pois dentro dela os deuses haviam colocado um arsenal de desgraças para o homem, como a discórdia, a guerra e todas as doenças do corpo e da mente mais um único dom: a esperança. Chegou a hora da cadeia. A impunidade não venceu. José Dirceu, o ex-superministro que planejava ser presidente da República, vai para a prisão. O mesmo destino de empresários, de uma banqueira e de políticos que participaram do maior esquema de corrupção já descoberto no País. Alvo das próprias flechas. Um dos maiores vexames da história do País vem a público e mostra como o procurador-geral da República Rodrigo Janot, se enredou numa armação com o delator Joesley Batista, colocando em xeque a credibilidade da justiça.

A última flechada de Janot. Às vésperas de deixar o cargo, o procurador-geral da República protagoniza um dos maiores vexames da história e gravação feita por Joesley Batista mostra como foi armada a deleção premiada da JBS. Dizem que a delação foi armada, coisa que não acreditamos, tanto é que os bandidos da JBS estão vendo o sol nascer quadrado. O Partido dos Trabalhadores (PT) tem feito de tudo para tentar salvar Lula da cadeia pensando em sua candidatura presidencial para 2018, que achamos humanamente impossível. Eles vão procuram derrubar quem estiver à frente. Cuidado senhores. Pensem Nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES- JORNALISTA- PESQUISADOR- MEMBRO DA ACI- DA ACE- DO PRTAL CEN (LUSO- BRASILEIRO) – DA UBT- DA ALOMERCE- DO RECANTO DAS LETRAS E DO PARA LER E PENSAR.




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ANTONIO PAIVA RODRIGUES

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O BRASIL E O BRASILEIRO

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O brasileiro pelas suas origens doridas e alicerçadas no sofrimento, cuja experiência é multifária, nos leva a conclusão que entre a “desordem” natural das coisas existe a permissão e estimulação do excesso verossímil dessa sentença. Pelo seu comportamento de liberdade onde a vontade de fazer esbarra em duas palavras: “Continência e Disciplina”. Deixa o brasileiro nas amarras e sem poder desenvolver sua potencialidade oticada. Vem então à aplicação daquilo que adquiriu no berço e que o malogro poderá prejudicá-lo. É o emprego da famosa “malandragem” e o carismático “jeitinho brasileiro”. O brasileiro se insere na expressão do correto clichê popular de que: “O homem é produto do meio”, esquecendo-se, porém de dar conotação de que esse meio foi construído por ele próprio. Nós reagimos a tudo e gostamos de apelidar certos fatos de “frescuras”. Certa vez um determinado senhor ao desobedecer com certa “constância” às placas de advertência, por exemplo: Não pise na grama, não cuspa no chão, não jogue lixo na água e na rua. Com jeito hilário e maroto disse: “Meu amigo se eu obedecesse todas as advertências que vejo estaria de barriga cheia”.

Espantado o fiscal perguntou: Por quê? Ele com sua malandragem habitual e com jeitinho todo especial afirmou: “sempre vejo beba coca-cola. Bela coca-cola”. No livro “Carnavais malandros e heróis”, o dilema que colocamos com outras conotações tem outro aspecto. Isso pode isto não pode. Estas conotações e nuanças nada mais são do que a figura social do indivíduo brasiliano sujeita as leis universais. O ser humano não está isento das relações sociais, o mais importante é saber como reagir diante de tantas proibições ou avisos de segurança se não estamos intelectualmente preparados para esse mister. Essa cultura ainda não nos açambarcou. Se for multado procure um amigo para não pagar a multa. Se for barrado em blitze procure todos os meios para não ser punido se estiver errado (jeitinho e malandragem brasileiros). Essa ação de desculpa é seguida dos mais diversos motivos, desde o convencimento ao suborno. Se não pagou a dívida no dia do vencimento se nega a pagar juros alegando motivos inocentes e pueris.

Se entrar numa fila homérica se posta diante de uma pessoa mais a frente começa um bate-papo para ludibriar os companheiros de fila, e ser atendido iludindo os demais. É assim o dia do brasileiro. É o chamado “moleque” na expressão escorreita da palavra. Para não pagar pelo consumo de energia usa o velho “gato”. Ao ser descoberto afirma que de nada sabia chegando ao ponto de chorar para amolecer o coração do fiscal. Enquanto em países do primeiro mundo as leis são cumpridas com rigor, aqui tudo se leva na brincadeira, no faz de conta. Existe uma enorme diferença entre regras jurídicas e práticas da vida diária. Na verdade o brasileiro através do jeitinho que só ele sabe gosta de levar vantagem em tudo aplicando a “lei do Gerson”. Gosto de levar vantagem em tudo; certo! O jeitinho e a malandragem nada mais são do que a lúdica vontade de burlar e auferir as benesses do velho privilégio.

A destruição dessas “bonanças” trouxe o convencimento humano do certo e do errado. Sabe quem eu sou com quem está falando? Eu sou Dr. Fulano de tal termo usado para conseguir seu intento, na nomenclatura popular essa atitude recebe a sinonímia da “velha carteirada”. Tudo aqui explanado nos leva a condição de pertencermos a um país onde a lei significa “tudo pode” e é regulamentada formalmente pelos prazeres e destruição de projetos e iniciativas. O “jeitinho e a malandragem” são processos simples e tocantes constando de uma dramatização em três atos: um deles é a pessoa que passa despercebida pela sua modesta posição e seu jeito simples de vestir. Pode ser até uma pessoa rica e de personalidade, mas no Brasil a aparência vale muito e essa pessoa está sujeita em segundo plano. O segundo seria a prática da persuasão e convencimento, a velha lábia. E tirar proveito de tudo. Na realidade o jeitinho e a malandragem fazem parte da cultura do brasileiro. Aqui na terrinha depois de vários dias de chuvas intensas o sol decidiu dar as caras fazendo com que muita gente saísse de casa para vaiar o astro rei, o sol. Esse fato aconteceu na Praça do Ferreira na capital cearense.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ALOMERCE

A PAZ

A PAZ

Na pedagogia Divinal inserimos a paz, o pilotis da esperança,

Tentáculos descortinados de amor, de corações malogrados,

Magoados, estatizados, escorraçados, estéreis sem bonança.

Alvitrando um pazear de confiança, antevendo os esposados.

Ondas calmas, tranqüilas, cheias de segredos auferindo paz,

Capazes de transbordarem na fonte num momento de lampejo.

Exterminar a violência, o mal, em atitude desregrada e voraz,

Onde o mal imanta e desencanta o aguilhão do bem que cortejo.

Alvitramos orbe de esperanças e felicidades, chega de sofrimentos.

O mundo é um lamento, o violento adentra nas cantigas de ninar,

Reciprocidade vibratória e redentora interage nossos pensamentos

Na meditação acoplamos o Cristo vêm à mente, silente a cortejar.

No orbe terrestre a fraternidade, a caridade são sementes ubertosas.

Quando o futuro se torna obscuro, a prece, a oração são soluções.

Quando os seres humanos não encontram diretrizes prodigiosas,

Excogitando esperanças no Pai Divino, na execração das ilusões.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ALOMERCE

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