quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

PERSPECTIVA PARA 2012

PERSPECTIVA PARA 2012

“Guarde a esperança. Tenha-a permanentemente ao coração, aconchegada e firme. Ela se baseia na confiança em si, na fé em Deus e no movimento do tempo e da vida, devendo, por isso, ser companheira diária.”

Você já planejou suas perspectivas para o ano de 2012? O significado de perspectiva está relacionado à arte de figurar, no desenho ou pintura, as diversas distâncias e proporções que têm entre si os objetos vistos à distância. Pintura que representa jardins ou edificações em distância, panorama, aparência, miragem, probabilidade, esperado, no futuro. Uma notícia correu o mundo no ano de 2011, deixando preocupados milhares de pessoas de credos e países diferentes. Algumas reuniões foram marcadas e realizadas com intuito de analisar a veracidade ou não da notícia. A notícia teve como fonte principal a “Profecia dos Maias”, (grifo nosso) em cujo calendário afirma que a Terra irá se alinhar ao sol, no meio um buraco negro, substancial, produziria mudanças maciças e radicais no Campo Magnético, surgindo então catástrofes como, terremotos, maremotos, tsunamis fazendo com que o desastre global no Orbe, causaria o fim da era moderna, para o recomeço de uma nova vida.

A Doutrina Espírita através de seus ensinamentos diz que nós seres humanos, estamos vivendo num “Mundo de Provas e Expiações”, (grifo nosso) e que como o decorrer do tempo passaremos para um mundo de regeneração, sem causar nenhuma mudança no globo terrestre, mas fortalecido na evolução humana. Desde os primórdios que o mundo vem sofrendo transformações profundas, e há quem diga que a exterminação dos dinossauros tenha sido causada por estas mudanças. É bem verdade, que a Terra no Universo, pode ser comparada a um grão de mostarda e qualquer meteoro, ou outra substância, ou mesmo um asteroide pode se chocar com o globo terrestre, causando danos, mas jamais destruindo por completo o meio em que vivemos. Vejam o que diz o calendário Maia: O fim do planeta Terra está próximo. Ele, segundo previsões do calendário Maia, será destruído, em 21 de dezembro de 2012, e reforçado por um grande marketing dos diretores do filme (2.012).

Normalmente os filmes de ficção científica têm como nuança principal chamar a atenção do público espectador. A própria Bíblia na época de Noé, fala sobre o fim do mundo, através da água. Noé teve que construir uma enorme embarcação, e juntamente com sua família teria levado um casal de cada animal existente na Terra. Temos que mostrar e afirmar que a Bíblia, apesar de trazer grandes ensinamentos não pode ser vista somente pela parte literal, mas também pela simbologia e as alegorias nela contidas. Um dilúvio tomou conta da terra, mas sabemos que esse grande volume de água caiu em determinada parte não chegando a cobrir o espaço total do orbe terrestre. Hoje, convivemos com terremotos, maremotos, tsunamis, enchentes, deslizamentos de terras que tem ceifado a vida de muita gente, mas mesmo assim, a Terra continua firme com seus movimentos de rotação e translação.

Lembramos aqui o posicionamento dos membros da ICAR (Igreja Católica Apostólica Romana), de que a Terra era o Centro do Universo, e que o sol girava em torno da mesma. Nicolau Copérnico foi um astrônomo e matemático polaco que desenvolveu a teoria heliocêntrica do Sistema Solar. Também cônego da Igreja Católica, governador e administrador, jurista, astrólogo e médico, viveu entre 19 de fevereiro de 1473 a 24 de maio de 1543, nasceu em Torun, e faleceu em Frauenburgo. O Heliocentrismo segundo Copérnico colocava o sol como o centro do sistema solar, contrariando por completo a teoria geocêntrica vigente, que considerava a terra como o centro, Daí surgiu à astronomia moderna. Apesar de um membro da própria igreja católica ter desenvolvido a teoria Heliocêntrica, em 1616, o Tribunal do Santo Ofício declarava herética as afirmações de Copérnico. Galileu Galilei teve oportunidade de defender as suas ideias perante o Tribunal do Santo Ofício dirigido por Roberto Bellarmino, que não aceitou as colocações de Galileu por não haver provas suficientes para conclui que a Terra se movia e foi admoestado, e ameaçado. Deveria abandonar a teoria Heliocêntrica, exceto como ferramenta matemática conveniente para descrever o movimento dos corpos celestes. Galileu não desistiu e foi mais além, então foi proibido de divulgar e ensinar suas teorias. Segundo o que preceitua o site Wikipédia, o papa Urbano VII, que chegou a afirmar que a “Igreja não tinha condenado e não condenaria a doutrina de Copérnico como herética, mas apenas como temerária” e tinha sido testemunha de defesa no processo de 1616, recebeu Galileu no Vaticano em seis audiências em que lhe ofereceu honrarias, dinheiro (pensões de promoção acadêmica e apoio científico) e recomendações. No entanto, o papa não aceitou o pedido de Galileu de revogar o decreto de 1616 contra o heliocentrismo, ao contrário, encorajou Galileu a continuar os seus estudos sobre o mesmo, mas sempre como uma hipótese matemática útil porque simplificava os cálculos das órbitas dos astros e significavam um avanço científico que ainda não estaria suficiente maduro para a época.

Baseado nesse contexto que Galileu escreveu “Diálogo de Galileu Galilei sopra i due Massini Sistemi del Mondo Tolemaico e Copernicano, por vezes abreviado para Dialogo sopra i due massini sistemi del mondo (“ Diálogo sobre os dois principais sistemas do mundo) concluído em 1630e publicado em 1632, onde voltou a defender o sistema heliocêntrico e a utilizar como prova a sua teoria incorreta das marés. É um diálogo entre três personagens: Salvati (que defende o heliocentrismo), Simplício (que defende o geocentrismo e é um pouco tonto) e Sagredo (um personagem neutro, mas que termina por concordar com Salviati). Esta obra foi decisiva no processo de Inquisição contra Galileu. Ele teve que se retratar e aceitar a ideia papa Urbano VII, senão morreria na fogueira.

Como podemos denotar nem tudo que antigamente que se tinha como certo e sem contestações, os mais experientes cientistas provaram o contrário. Quem afirma que o calendário dos Maias está repleto de verdades? São apenas suposições de um povo que desapareceu da terra misteriosamente. Se evoluído ou não, o julgamento não está em nosso poder. Segundo estudos científicos seis mitos sobre o “fim do Mundo” já foram derrubados. A antiga civilização maia teve seu grande momento entre 250 e 900 depois de Cristo. Onde eles viveram está localizado o México e a América Central. O frenesi é tão grande diante desses mitos que pessoas com extremo medo já tentaram o suicídio várias vezes. Segundo o cientista Morrison, a maioria dos cataclismos previstos para 2012, são facilmente explicados. Por exemplo: “O calendário maia não termina em 2012, como alguns afirmaram, e esse povo antigo nunca considerou tal ano como o tempo do fim do mundo, explicam arqueólogos”. Mas 21 de dezembro de 2012(um dia a mais ou um dia a menos foi importante para os maias). Como existem seis mitos sobre os maias, vamos dar uma conotação especial ao sexto: “Se os maias não esperaram o fim do mundo em 2012, o que exatamente eles previram para esse ano”? Muitos estudiosos que se aprofundaram na evidência dispersa em monumentos maias dizem que o império não deixou um registro claro prevendo que qualquer coisa específica aconteceria em 2012.


Os maias segundo preceitua o site http://www.2012aprofeciamaia.com.br/ retrataram de fato um desagradável fato, embora não datado, cujo cenário do fim do mundo descrito na página final de um texto de aproximadamente 1100, conhecido como Código de Dresden. O documento descreve um mundo destruído pela enchente, um cenário imaginado em muitas culturas e provavelmente vivenciado, em uma escala menos apocalíptica por povos antigos. Aveni. O arqueoastrônomo disse que o cenário não deve ser interpretado literalmente, mas como uma lição sobre o comportamento humano.  Em determinado época muitas pessoas no Brasil surgiram com um boato de que o mundo iria se acabar em 2.000. Queremos dizer que o Pai Maior não se rege por calendários criados pela imaginação de homens imperfeitos.


O tempo não existe para o Creador de todas as coisas. É fácil notar o que estamos anexando a esta matéria na Bíblia em (2 Pedro 3:8). Como afirma nosso irmão Jeová Mendes “Há, todavia, uma coisa, amados, que não deveis esquecer: que, para com o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos como um dia”. Está nas citações de Pedro. O tempo só existe na imaginação do gênero humano, pois foi inventado para efeitos convencionais, tais como, por exemplo, disciplinar o seu deslocamento entre o amanhecer e o anoitecer da trajetória do sol e da lua. Além do famoso calendário maia vejam também os calendários, Cristão, judaico, muçulmano e o chinês. Existem também fatos sobre os maias que podem ser verificados, tais como: A Primeira profecia Maia, a segunda profecia Maia, a terceira. Nós não acreditamos que o final dos tempos será em 2012, mas não discriminamos e nem discordamos de quem acredita que o mundo irá se acabar conforme preceitua o calendário Maia, mas de onde virá à nova civilização que eles falam quando este mundo se acabar? Você já planejou as sua perspectivas para esse ano? Não! Então faça, pois se for verdade o que se diz por aí não se deve perder tempo. Pense nisso!



ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-MEMBRO DA ACE-MEMBRO DA UBT- MEMBRO DA AVSPE-MEMBRO DA AOUVIRCE






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O BRASIL E O BRASILEIRO

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O brasileiro pelas suas origens doridas e alicerçadas no sofrimento, cuja experiência é multifária, nos leva a conclusão que entre a “desordem” natural das coisas existe a permissão e estimulação do excesso verossímil dessa sentença. Pelo seu comportamento de liberdade onde a vontade de fazer esbarra em duas palavras: “Continência e Disciplina”. Deixa o brasileiro nas amarras e sem poder desenvolver sua potencialidade oticada. Vem então à aplicação daquilo que adquiriu no berço e que o malogro poderá prejudicá-lo. É o emprego da famosa “malandragem” e o carismático “jeitinho brasileiro”. O brasileiro se insere na expressão do correto clichê popular de que: “O homem é produto do meio”, esquecendo-se, porém de dar conotação de que esse meio foi construído por ele próprio. Nós reagimos a tudo e gostamos de apelidar certos fatos de “frescuras”. Certa vez um determinado senhor ao desobedecer com certa “constância” às placas de advertência, por exemplo: Não pise na grama, não cuspa no chão, não jogue lixo na água e na rua. Com jeito hilário e maroto disse: “Meu amigo se eu obedecesse todas as advertências que vejo estaria de barriga cheia”.

Espantado o fiscal perguntou: Por quê? Ele com sua malandragem habitual e com jeitinho todo especial afirmou: “sempre vejo beba coca-cola. Bela coca-cola”. No livro “Carnavais malandros e heróis”, o dilema que colocamos com outras conotações tem outro aspecto. Isso pode isto não pode. Estas conotações e nuanças nada mais são do que a figura social do indivíduo brasiliano sujeita as leis universais. O ser humano não está isento das relações sociais, o mais importante é saber como reagir diante de tantas proibições ou avisos de segurança se não estamos intelectualmente preparados para esse mister. Essa cultura ainda não nos açambarcou. Se for multado procure um amigo para não pagar a multa. Se for barrado em blitze procure todos os meios para não ser punido se estiver errado (jeitinho e malandragem brasileiros). Essa ação de desculpa é seguida dos mais diversos motivos, desde o convencimento ao suborno. Se não pagou a dívida no dia do vencimento se nega a pagar juros alegando motivos inocentes e pueris.

Se entrar numa fila homérica se posta diante de uma pessoa mais a frente começa um bate-papo para ludibriar os companheiros de fila, e ser atendido iludindo os demais. É assim o dia do brasileiro. É o chamado “moleque” na expressão escorreita da palavra. Para não pagar pelo consumo de energia usa o velho “gato”. Ao ser descoberto afirma que de nada sabia chegando ao ponto de chorar para amolecer o coração do fiscal. Enquanto em países do primeiro mundo as leis são cumpridas com rigor, aqui tudo se leva na brincadeira, no faz de conta. Existe uma enorme diferença entre regras jurídicas e práticas da vida diária. Na verdade o brasileiro através do jeitinho que só ele sabe gosta de levar vantagem em tudo aplicando a “lei do Gerson”. Gosto de levar vantagem em tudo; certo! O jeitinho e a malandragem nada mais são do que a lúdica vontade de burlar e auferir as benesses do velho privilégio.

A destruição dessas “bonanças” trouxe o convencimento humano do certo e do errado. Sabe quem eu sou com quem está falando? Eu sou Dr. Fulano de tal termo usado para conseguir seu intento, na nomenclatura popular essa atitude recebe a sinonímia da “velha carteirada”. Tudo aqui explanado nos leva a condição de pertencermos a um país onde a lei significa “tudo pode” e é regulamentada formalmente pelos prazeres e destruição de projetos e iniciativas. O “jeitinho e a malandragem” são processos simples e tocantes constando de uma dramatização em três atos: um deles é a pessoa que passa despercebida pela sua modesta posição e seu jeito simples de vestir. Pode ser até uma pessoa rica e de personalidade, mas no Brasil a aparência vale muito e essa pessoa está sujeita em segundo plano. O segundo seria a prática da persuasão e convencimento, a velha lábia. E tirar proveito de tudo. Na realidade o jeitinho e a malandragem fazem parte da cultura do brasileiro. Aqui na terrinha depois de vários dias de chuvas intensas o sol decidiu dar as caras fazendo com que muita gente saísse de casa para vaiar o astro rei, o sol. Esse fato aconteceu na Praça do Ferreira na capital cearense.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ALOMERCE

A PAZ

A PAZ

Na pedagogia Divinal inserimos a paz, o pilotis da esperança,

Tentáculos descortinados de amor, de corações malogrados,

Magoados, estatizados, escorraçados, estéreis sem bonança.

Alvitrando um pazear de confiança, antevendo os esposados.

Ondas calmas, tranqüilas, cheias de segredos auferindo paz,

Capazes de transbordarem na fonte num momento de lampejo.

Exterminar a violência, o mal, em atitude desregrada e voraz,

Onde o mal imanta e desencanta o aguilhão do bem que cortejo.

Alvitramos orbe de esperanças e felicidades, chega de sofrimentos.

O mundo é um lamento, o violento adentra nas cantigas de ninar,

Reciprocidade vibratória e redentora interage nossos pensamentos

Na meditação acoplamos o Cristo vêm à mente, silente a cortejar.

No orbe terrestre a fraternidade, a caridade são sementes ubertosas.

Quando o futuro se torna obscuro, a prece, a oração são soluções.

Quando os seres humanos não encontram diretrizes prodigiosas,

Excogitando esperanças no Pai Divino, na execração das ilusões.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ALOMERCE

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