segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

BRASILEIROS EGOÍSTAS


BRASILEIROS EGOÍSTAS

“Olhe para dentro seja seus próprios pensamentos, entenda-se consigo, com a sua maneira de ser e sentir, com as suas esperanças, defeitos e qualidades. É você mesmo que faz a felicidade, o sucesso. Por isso, manifeste forte confiança no seu poder interno, na sua inteligência, competência e capacidade para resolver todo e qualquer problema.” (Lourival Lopes).

Nesse orbe de cultura espalhado Brasil afora, temos encontrados muitos sites, voltados para pessoas que gostam de escrever, e possuem o dom da poesia, da trova, do soneto, do cordel, das críticas e de mensagens altaneiras. Em muito deles apesar do convite que normamente recebemos, procuramos exercer nossas atividades culturais, com denodo e dedicação. Até aí tudo bem, mas no transcorrer das inserções de cada colunista, ou simples colaborador o perigo ronda determinados colaboradores. Quando algum colaborador, ou mesmo colunista começa a se destacar entre os demais, algo inesperado acontece. Esse fato é costumeiro em sites ou blogs, que funcionam a base de contagem de leituras, por notas, por número de inserções, ou quanto o “Modus Operandis” é o somatório de todos os detalhes aqui citados e enumerados.  É costumeiro encontramos as verdadeiras panelinhas que usam artimanhas para burlar o site e se transformar no colaborador mais votado. O mais intrigante, e cruel é quando o escritor que se destaca é nordestino, surge então à discriminação, pois eles desconhecem a qualidade das colocações, e por pura pirraça desconhecem o escritor. Quando começamos a lidar com esse tipo de cultura percebemos de pronto essa nuança negativa e deletéria.

Para fazer justiça aos sites sérios esse atraso cultural não acontece, pois seus administradores zelam pelo conceito dos sites que estão sob as suas responsabilidades. A frequência maior desses fatos desabonadores acontece nos sites que integram um ciclo chamado Comunidade Ning, mas não são todos que agem assim. Possuidores de uma direção séria eles procuram atender com fidalguia seus participantes, outros se limitam ao número de postagem em três, cinco ou oito por dia. O perigo reside nessa exigência, visto que você não é escravo do computador para ficar ciente de quantas postagens você postou. Se por acaso você atingiu o teto estabelecido um aviso automático deixava o colaborador ciente de naquele dia ele não poderia postar mais inserções. Um site de renome e que merece todo o nosso respeito e que age assim é o “Recanto das Letras”, que nos reputamos com um dos melhores do Brasil, ao lado do Para Ler e Pensar. (Grifo nosso).

O mais intrigante é quando vamos nos desculpar e afirmar que os direitos são iguais. No ato recebemos a resposta indolente da responsável que ela pode colocar as poesias que quiser, pois é a mesma que paga. Falta de ética total de uma profissional que trabalha em prol da cultura. Baseado no que citei nas entrelinhas sobre o problema de passar o dia em frente ao computador, e tentando amenizar a situação, a resposta vem logo e com grosseria: é só ler o regulamento. (Grifo nosso). Existem poetas, poetisas, escritores que já feriram o regulamento, entretanto nós fomos punidos com a exclusão do blog por ultrapassarmos o limite em duas ou três poesias. Levamos esse fato para o lado da discriminação por sermos nordestinos. Existe o panelaço dos que votam somente para angariar pontos e sempre ficar no topo da colocação diária que vai do primeiro ao 20°. Lugar.

Participamos de outras comunidades Nings, e somos bem quistos e não existe limite de postagem. Quem não pode gerir um site ou um blog dessa natureza por falta de vil metal, que use o bom senso, e a ética, duas palavras que estão escassas nos dias atuais. Um dos coordenadores da Comunidade chegou a colocar no blog com muito orgulho o tamanho de seu membro peniano. Infelizmente, nós escrevemos gratuitamente para esses blogs e deveríamos ser tratados com mais ética e atenção. Por questão de educação e ética não citaremos os nomes dos coordenadores da Comunidade ning que fazíamos parte, mas se por acaso, os outros que por motivos que não nos interessa saber, e que também burlaram sabendo ou involuntariamente o blog não forem suspensos como fomos, daremos os nomes aos bois e com respaldos, para depois não nos acusarem de antiético e sem educação.

“Como esperar o alívio, a melhora, o progresso, sem acreditar em si, sem esboçar? O sofrimento, o problema, a necessidade requerem esforço e é esse esforço que torna você mais forte por agregar a si as qualidades de resistência. As dificuldades, sejam quais forem, cedem terreno quando aceitas sem revoltas. Até mesmo o sofrimento some quando você entende o seu significado”.  A comunidade a que nos referimos, está repleta de belas mensagens natalinas, desejando felicidades e paz a todos e já desejaram a nós também, bem como parabenizaram por algumas poesias e mensagens que lá postei, mas o meu presente de natal foi grego. Isso denota que os que fazem a Comunidade não tem respeito com alguns de seus integrantes. Vamos fazer uma criança sorrir neste natal, e que não sejamos tão egoístas e pretensiosos com muitos irmãos são. Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ALOMERCE- DA AVSPE- DA ACE- DA UBT/CE-DA AOUVIRCE.


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JORNALISMO PELO BRASIL

ANTONIO PAIVA RODRIGUES

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FORTALEZA, CEARÁ, Brazil
SOU JORNALISTA, MILITAR, CELPM R/R, GESTOR DE EMPRESAS, GOSTO DE LER E ESCREVER,SOU IMPERFEITO COMO TODO SER HUMANO! AMO A DEUS E A JESUS DE NAZARÉ, SOU ESPIRITISTA PRATICANTE.

A OUVIR

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ASSOCIAÇÃO DOS OUVINTES DE RÁDIO DO CEARÁ

CORDÉIS

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CORDÉIS E OUTROS POEMAS

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PINTANDO O SETE

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WALDIR RODRIGUES DE CARVALHO

MINICONTOS

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DOCE AMARGURA

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CONTRACAPA

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TURISMANDO ESTRELAS

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CRÔNICAS

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NOVELA MILENA

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SONETOS DO WALDIR RODRIGUES

SONETOS

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O BRASIL E O BRASILEIRO

O BRASIL E O BRASILEIRO

O brasileiro pelas suas origens doridas e alicerçadas no sofrimento, cuja experiência é multifária, nos leva a conclusão que entre a “desordem” natural das coisas existe a permissão e estimulação do excesso verossímil dessa sentença. Pelo seu comportamento de liberdade onde a vontade de fazer esbarra em duas palavras: “Continência e Disciplina”. Deixa o brasileiro nas amarras e sem poder desenvolver sua potencialidade oticada. Vem então à aplicação daquilo que adquiriu no berço e que o malogro poderá prejudicá-lo. É o emprego da famosa “malandragem” e o carismático “jeitinho brasileiro”. O brasileiro se insere na expressão do correto clichê popular de que: “O homem é produto do meio”, esquecendo-se, porém de dar conotação de que esse meio foi construído por ele próprio. Nós reagimos a tudo e gostamos de apelidar certos fatos de “frescuras”. Certa vez um determinado senhor ao desobedecer com certa “constância” às placas de advertência, por exemplo: Não pise na grama, não cuspa no chão, não jogue lixo na água e na rua. Com jeito hilário e maroto disse: “Meu amigo se eu obedecesse todas as advertências que vejo estaria de barriga cheia”.

Espantado o fiscal perguntou: Por quê? Ele com sua malandragem habitual e com jeitinho todo especial afirmou: “sempre vejo beba coca-cola. Bela coca-cola”. No livro “Carnavais malandros e heróis”, o dilema que colocamos com outras conotações tem outro aspecto. Isso pode isto não pode. Estas conotações e nuanças nada mais são do que a figura social do indivíduo brasiliano sujeita as leis universais. O ser humano não está isento das relações sociais, o mais importante é saber como reagir diante de tantas proibições ou avisos de segurança se não estamos intelectualmente preparados para esse mister. Essa cultura ainda não nos açambarcou. Se for multado procure um amigo para não pagar a multa. Se for barrado em blitze procure todos os meios para não ser punido se estiver errado (jeitinho e malandragem brasileiros). Essa ação de desculpa é seguida dos mais diversos motivos, desde o convencimento ao suborno. Se não pagou a dívida no dia do vencimento se nega a pagar juros alegando motivos inocentes e pueris.

Se entrar numa fila homérica se posta diante de uma pessoa mais a frente começa um bate-papo para ludibriar os companheiros de fila, e ser atendido iludindo os demais. É assim o dia do brasileiro. É o chamado “moleque” na expressão escorreita da palavra. Para não pagar pelo consumo de energia usa o velho “gato”. Ao ser descoberto afirma que de nada sabia chegando ao ponto de chorar para amolecer o coração do fiscal. Enquanto em países do primeiro mundo as leis são cumpridas com rigor, aqui tudo se leva na brincadeira, no faz de conta. Existe uma enorme diferença entre regras jurídicas e práticas da vida diária. Na verdade o brasileiro através do jeitinho que só ele sabe gosta de levar vantagem em tudo aplicando a “lei do Gerson”. Gosto de levar vantagem em tudo; certo! O jeitinho e a malandragem nada mais são do que a lúdica vontade de burlar e auferir as benesses do velho privilégio.

A destruição dessas “bonanças” trouxe o convencimento humano do certo e do errado. Sabe quem eu sou com quem está falando? Eu sou Dr. Fulano de tal termo usado para conseguir seu intento, na nomenclatura popular essa atitude recebe a sinonímia da “velha carteirada”. Tudo aqui explanado nos leva a condição de pertencermos a um país onde a lei significa “tudo pode” e é regulamentada formalmente pelos prazeres e destruição de projetos e iniciativas. O “jeitinho e a malandragem” são processos simples e tocantes constando de uma dramatização em três atos: um deles é a pessoa que passa despercebida pela sua modesta posição e seu jeito simples de vestir. Pode ser até uma pessoa rica e de personalidade, mas no Brasil a aparência vale muito e essa pessoa está sujeita em segundo plano. O segundo seria a prática da persuasão e convencimento, a velha lábia. E tirar proveito de tudo. Na realidade o jeitinho e a malandragem fazem parte da cultura do brasileiro. Aqui na terrinha depois de vários dias de chuvas intensas o sol decidiu dar as caras fazendo com que muita gente saísse de casa para vaiar o astro rei, o sol. Esse fato aconteceu na Praça do Ferreira na capital cearense.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ALOMERCE

A PAZ

A PAZ

Na pedagogia Divinal inserimos a paz, o pilotis da esperança,

Tentáculos descortinados de amor, de corações malogrados,

Magoados, estatizados, escorraçados, estéreis sem bonança.

Alvitrando um pazear de confiança, antevendo os esposados.

Ondas calmas, tranqüilas, cheias de segredos auferindo paz,

Capazes de transbordarem na fonte num momento de lampejo.

Exterminar a violência, o mal, em atitude desregrada e voraz,

Onde o mal imanta e desencanta o aguilhão do bem que cortejo.

Alvitramos orbe de esperanças e felicidades, chega de sofrimentos.

O mundo é um lamento, o violento adentra nas cantigas de ninar,

Reciprocidade vibratória e redentora interage nossos pensamentos

Na meditação acoplamos o Cristo vêm à mente, silente a cortejar.

No orbe terrestre a fraternidade, a caridade são sementes ubertosas.

Quando o futuro se torna obscuro, a prece, a oração são soluções.

Quando os seres humanos não encontram diretrizes prodigiosas,

Excogitando esperanças no Pai Divino, na execração das ilusões.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ALOMERCE

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