sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O QUE ESPERAR DE UM NOVO PRESIDENTE

O QUE ESPERAR DE UM NOVO PRESIDENTE


Conscienciosamente os nossos governantes já estão com a mente, e com os alicerces psicológicos dilatados por tantos pedidos por uma Segurança Pública mais eficiente, de qualidade, com nuanças imantadoras tendo como azimute principal, a tranquilidade da sociedade. Na política atual não existe ações coadjutoras, que tenham viés para tranquilizar a população, e que afigure uma psicosfera que proporcione esperanças para os habitantes de nosso querido País. Temos que fugir da amargura e da inércia, trabalhando com denodo e dedicação, mesmo com o sacrifício da própria vida. Esse é o nosso “mister”. Muitos jovens cansados da labuta diária a cata de um emprego para seus sustentos, não os encontrando vão de encontro aos órgãos principais da Segurança Pública do Estado buscar guarida. Nos últimos anos esse espelho refletiu de modo negativo para uma formação de qualidade de jovens desiludidos, pois o único órgão a lhes dar guarida foi à polícia, seja ela, civil ou militar.



As organizações com meios parcos procuram através da boa vontade, e do esforço com anseios de expurgos executarem da melhora maneira possível o planejamento ideal para que esses jovens tenham condições de executar um policiamento ostensivo e preventivo com dignidade. Com as armas que temos lutaremos não medindo esforços para que os novos policiais estejam em condições de executar um bom serviço transformando-os os não vocacionados, em vocacionados. Estimulados e preparados saberão enfrentar o grande “teatro de operações”, que os espera. Pode-se formar um bom policial com jovens não vocacionados? Sim. Mas a dificuldade é grande. Não imaginem que não exista mérito em realizar o bem sob o peso da iminente sentença de perder a vida a qualquer momento.



Até quando nossos políticos irão se conscientizar de que a violência que graça em nosso país é fruto dos desmandos políticos, dos cânceres sociais, como a miséria, a fome, o desemprego, o ócio coletivo dos adolescentes, a insuficiência de escolas e a inexistência de um acompanhamento ínclito. Nosso écran político carece de planejamentos políticos, e outros de suma importância para o desenvolvimento social. O nosso homem precisa urgentemente de uma ressocialização, quer seja solidária ou educacional. A cidadania perdeu o contato com o brasileiro, a desordem caminha a passos largos e o fim poderá ser mais trágico ainda.



Decerto, os policiais cearenses e brasileiros necessitam cumprir obrigações a contento. O anseio pela execução de um serviço em que a sociedade prestigie as suas habilidades, existe. Ser policial é padecer no paraíso! Só que o paraíso se apresenta somente em sonhos. PEC 300 - O texto-base da PEC 300 já foi aprovado em primeiro turno na Câmara. Agora, para que o primeiro turno seja concluído, os deputados terão que votar quatros destaques que, na prática, desfiguram a proposta. Após essa fase, a matéria terá de passar por outro turno de votação para seguir, então, ao Senado. A maioria da Mesa Diretora da Câmara também assinou o documento. À exceção do presidente, Michel Temer (PMDB-SP), e do primeiro vice, Marco Maia (PT-RS); todos os titulares assinaram. São eles: Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA), segundo vice-presidente; Rafael Guerra (PSDB-MG), primeiro secretário; Inocêncio Oliveira (PR-PE), segundo secretário; Odair Cunha (PT-MG), terceiro secretário; e Nelson Marquezelli (PTB-SP), quarto secretário. Miguel Temer é candidato à vice-presidente na chapa de Dilma Roussef. Atentem bem para esse detalhe senhores policiais.



Fiéis às orientações do governo e dos governadores, apenas os líderes e os parlamentares de maior expressão na base e na oposição. Casos, por exemplo, de Arlindo Chinaglia (PT-SP), ex-presidente da Câmara; Cândido Vaccarezza (PT-SP), líder do governo na Câmara; Fernando Ferro (PE), líder do PT na Câmara; João Almeida (BA), líder do PSDB na Câmara; Paulo Bornhausen (SC), líder do DEM na Câmara; Ronaldo Caiado (GO), ex-líder do DEM na Câmara. “A informação que o colégio de líderes no Congresso Nacional teria escolhido o dia 20 de abril para votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 300), revoltou os policiais e bombeiros militares do Brasil. Com isso, a Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais e Bombeiros Militares convocou as lideranças militares de todo o país para uma assembleia geral, realizada no dia 23 de março no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, em Brasília”.



Era uma esperança para a classe mais esquecida pelas autoridades políticas e pelos responsáveis pela Segurança Pública. No encontro, a categoria iria discutir estratégias sobre a votação da PEC, que cria o piso nacional para Corpo de Bombeiros, Policiais Civis e Militares. Nesse dia, a classe também planejou uma paralisação nacional. A Câmara dos Deputados aprovou na última semana a PEC 300/08 proposta de emenda à Constituição que institui o piso salarial nacional para os servidores policiais civis, militares e bombeiros militares. A medida estabelece pisos de R$ 3,5 mil e R$ 7 mil como salários iniciais para praças e oficiais, respectivamente.



Hoje, a média de salário no país é de R$ 1.814,96. Em alguns estados, como no Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, um PM chega a receber por mês cerca de R$ 850. O maior piso salarial do Brasil é do Distrito Federal (DF), onde o policial militar em início de carreira recebe R$ 3.368,01. Para que os salários do DF não sejam rebaixados aos pisos estipulados na PEC 300, os deputados retiraram da proposta de emenda constitucional um artigo que vinculava a base salarial à remuneração recebida pela categoria do Distrito Federal. Os que defendem a PEC 300 são os mesmos que procuram subtrair artigos para reduzir os salários. Os deputados federais, senadores recuaram quando da reclamação dos governadores de que não poderiam cobrir a folha de pagamento sem o reforço federal.



Pensou-se na criação de um “Fundo Especial de Segurança Pública”, mas na realidade estão empurrando com a barriga e aumentando o sofrimento da classe laboriosa dos policiais. Estamos em pleno segundo turno eleitoral de onde sairá o presidente que governará a nação brasileira por mais quatro anos. O senhor José Serra e a senhora Dilma disputam a vaga de Luis Inácio Lula da Silva. Nenhum deles inseriu como pontos primordiais a PEC 300. Apesar da luta da classe os políticos brasileiros parecem insensíveis ao sofrimento da classe policial. Encarecidamente pedimos a inclusão na plataforma política a PEC 300, como um dos pontos fortes da campanha presidência. Como o vice de Dilma Michel Temer é contra só resta Serra abraçar com carinha essa causa que beneficiará mais de 600.000 policiais em todo Brasil e seus dependentes. Quem for solidário a essa luta titânica com certeza receberá as benesses, pois a classe é grande e possui um rol de dependente maior ainda. Quem abraçar de coração essa causa terá a retribuição em votos dessa laboriosa e briosa classe.



Não faça oblívio diante dessa dolorosa situação, visto que os policiais brasileiros não suportam mais morar em favelas e não ter uma condição digna para sustentar suas famílias e transformar seus dependentes em verdadeiros cidadãos. Estamos ante o ideal inflamante em nosso íntimo, procurando atrair para nós a devoção e o auxílio de solidariedade dos políticos brasileiros. Que a orientação para aprovação definitiva da PEC 300, seja benfazeja, e que um sentimento singular, não venha nos impelir ao desânimo e à revolta. Estamos lutando bravamente para a aprovação desta PEC, para levarmos um pouco de conforto para todas as famílias de policiais que tombaram no estrito cumprimento do dever legal.



O que falta senhores? Apenas boa vontade, pois a extasia jamais sairá de nossas mentes e o indefectível dever de proteger a sociedade jamais morrerá em nossos corações. Pertencemos a uma raça histórica, sofremos as agruras do dia a dia, mas não somos bem recompensados. Imantamos o clichê popular de que, “enquanto existir vida haverá esperanças”. Sabemos que Deus é justo e jamais esquecerá seus filhos amados, e com certeza estaremos inseridos nesse rol divino. Agora ou nunca. Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ALOMERCE-DA UBT- DA AOUVIRCE E DA AVSPE.

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O BRASIL E O BRASILEIRO

O BRASIL E O BRASILEIRO

O brasileiro pelas suas origens doridas e alicerçadas no sofrimento, cuja experiência é multifária, nos leva a conclusão que entre a “desordem” natural das coisas existe a permissão e estimulação do excesso verossímil dessa sentença. Pelo seu comportamento de liberdade onde a vontade de fazer esbarra em duas palavras: “Continência e Disciplina”. Deixa o brasileiro nas amarras e sem poder desenvolver sua potencialidade oticada. Vem então à aplicação daquilo que adquiriu no berço e que o malogro poderá prejudicá-lo. É o emprego da famosa “malandragem” e o carismático “jeitinho brasileiro”. O brasileiro se insere na expressão do correto clichê popular de que: “O homem é produto do meio”, esquecendo-se, porém de dar conotação de que esse meio foi construído por ele próprio. Nós reagimos a tudo e gostamos de apelidar certos fatos de “frescuras”. Certa vez um determinado senhor ao desobedecer com certa “constância” às placas de advertência, por exemplo: Não pise na grama, não cuspa no chão, não jogue lixo na água e na rua. Com jeito hilário e maroto disse: “Meu amigo se eu obedecesse todas as advertências que vejo estaria de barriga cheia”.

Espantado o fiscal perguntou: Por quê? Ele com sua malandragem habitual e com jeitinho todo especial afirmou: “sempre vejo beba coca-cola. Bela coca-cola”. No livro “Carnavais malandros e heróis”, o dilema que colocamos com outras conotações tem outro aspecto. Isso pode isto não pode. Estas conotações e nuanças nada mais são do que a figura social do indivíduo brasiliano sujeita as leis universais. O ser humano não está isento das relações sociais, o mais importante é saber como reagir diante de tantas proibições ou avisos de segurança se não estamos intelectualmente preparados para esse mister. Essa cultura ainda não nos açambarcou. Se for multado procure um amigo para não pagar a multa. Se for barrado em blitze procure todos os meios para não ser punido se estiver errado (jeitinho e malandragem brasileiros). Essa ação de desculpa é seguida dos mais diversos motivos, desde o convencimento ao suborno. Se não pagou a dívida no dia do vencimento se nega a pagar juros alegando motivos inocentes e pueris.

Se entrar numa fila homérica se posta diante de uma pessoa mais a frente começa um bate-papo para ludibriar os companheiros de fila, e ser atendido iludindo os demais. É assim o dia do brasileiro. É o chamado “moleque” na expressão escorreita da palavra. Para não pagar pelo consumo de energia usa o velho “gato”. Ao ser descoberto afirma que de nada sabia chegando ao ponto de chorar para amolecer o coração do fiscal. Enquanto em países do primeiro mundo as leis são cumpridas com rigor, aqui tudo se leva na brincadeira, no faz de conta. Existe uma enorme diferença entre regras jurídicas e práticas da vida diária. Na verdade o brasileiro através do jeitinho que só ele sabe gosta de levar vantagem em tudo aplicando a “lei do Gerson”. Gosto de levar vantagem em tudo; certo! O jeitinho e a malandragem nada mais são do que a lúdica vontade de burlar e auferir as benesses do velho privilégio.

A destruição dessas “bonanças” trouxe o convencimento humano do certo e do errado. Sabe quem eu sou com quem está falando? Eu sou Dr. Fulano de tal termo usado para conseguir seu intento, na nomenclatura popular essa atitude recebe a sinonímia da “velha carteirada”. Tudo aqui explanado nos leva a condição de pertencermos a um país onde a lei significa “tudo pode” e é regulamentada formalmente pelos prazeres e destruição de projetos e iniciativas. O “jeitinho e a malandragem” são processos simples e tocantes constando de uma dramatização em três atos: um deles é a pessoa que passa despercebida pela sua modesta posição e seu jeito simples de vestir. Pode ser até uma pessoa rica e de personalidade, mas no Brasil a aparência vale muito e essa pessoa está sujeita em segundo plano. O segundo seria a prática da persuasão e convencimento, a velha lábia. E tirar proveito de tudo. Na realidade o jeitinho e a malandragem fazem parte da cultura do brasileiro. Aqui na terrinha depois de vários dias de chuvas intensas o sol decidiu dar as caras fazendo com que muita gente saísse de casa para vaiar o astro rei, o sol. Esse fato aconteceu na Praça do Ferreira na capital cearense.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ALOMERCE

A PAZ

A PAZ

Na pedagogia Divinal inserimos a paz, o pilotis da esperança,

Tentáculos descortinados de amor, de corações malogrados,

Magoados, estatizados, escorraçados, estéreis sem bonança.

Alvitrando um pazear de confiança, antevendo os esposados.

Ondas calmas, tranqüilas, cheias de segredos auferindo paz,

Capazes de transbordarem na fonte num momento de lampejo.

Exterminar a violência, o mal, em atitude desregrada e voraz,

Onde o mal imanta e desencanta o aguilhão do bem que cortejo.

Alvitramos orbe de esperanças e felicidades, chega de sofrimentos.

O mundo é um lamento, o violento adentra nas cantigas de ninar,

Reciprocidade vibratória e redentora interage nossos pensamentos

Na meditação acoplamos o Cristo vêm à mente, silente a cortejar.

No orbe terrestre a fraternidade, a caridade são sementes ubertosas.

Quando o futuro se torna obscuro, a prece, a oração são soluções.

Quando os seres humanos não encontram diretrizes prodigiosas,

Excogitando esperanças no Pai Divino, na execração das ilusões.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ALOMERCE

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