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sexta-feira, 15 de outubro de 2010
O FUTURO DO BRASIL
No relacionamento humano a cortina do silêncio deve ser quebrada e que as criaturas possam falar sobre seus sentimentos mútuos, sem vergonha, ressentimentos, e sem medo. Não seria vergonhoso e não tiraria pedaço de ninguém, se um brasileiro pudesse dizer ao outro, eu gosto de você e te amo como irmão. Materialmente o brasileiro tem evoluído, mas espiritualmente tem deixado a desejar. Estamos na efervescência de uma campanha política para escolha do presidente que comandará os destinos da nação por mais quatro anos. Saiba escolher bem o seu candidato para não se arrepender depois. Temos visto agressões mútuas, isso não é um ponto alvissareiro para nós brasilianos. Campanhas riquíssimas, mirabolantes, promessas homéricas e ficamos a pensar: “será que menos 1/3 será concretizado”? Como somos desconfiados por natureza ficaremos sempre com muitas pulgas atrás das orelhas.
No orbe em que vivemos é fácil e notório, encontrarmos pessoas que se rotulam de honestos, mesmo que o passado dessas pessoas denigram suas imagens. Ah! Se nosso povo conhecesse a fundo a história política brasileira! Nessa psicosfera renegada encontramos com facilidade, os que discriminam os que determinam as discriminações, os julgadores de valores como se a perfeição a eles coubessem. Nos últimos anos temos vivido problemas críticos, desagradáveis, um verdadeiro mar de lamas com corrupções de diversos matizes, e a impunidade campeando solto Brasil afora. Será que nosso povo tem a memória curta? Ou são extremamente inocentes para deixar que a ilusão tome conta de seu ego? Ou são carentes demais, pois sempre estão a esperar por presentes gregos! Se você recebesse uma “grande caixa” com o aviso ou rótulo de “cuidado”, abriria? Vamos fazer uma conotação entre os dois candidatos e colocar duas caixas com esses avisos, qual a você abriria? A maioria pensaria duas vezes ao abri-la com certeza.
Os mais curiosos chegariam perto, mas a qualquer sinal estranho, se afastariam rapidamente. Pensem, repensem e procurem os sinais estranhos nos seus candidatos para não perder seu voto. Acontece que muitos curiosos, mesmo com o aviso abririam a caixa e o resultado seria catastrófico. Na realidade o que são rótulos? Rótulo palavra de derivação latina rotulu, ‘rolo’, cilindro’, refere-se a pequeno impresso que se cola em embalagens e recipientes para indicar-lhes o conteúdo. Retângulo de pele, etc., que se cola na lombada de um livro, e sobre o qual se douram as indicações de autor, título e tomação; tomba. Qualificação simplista, geralmente feito através de chavões, ralo ou pequena grade que guarnece as portas, janelas, etc. Nome arbitrário atribuído a uma variável, rotina, ou outro elemento constituinte de programa, e que lhe serve de identificador.
Na classe política existem muitos rotuladores que precisam ser acompanhados, vigiados e cobrados por suas promessas mirabolantes realizadas nas campanhas eleitorais. Pessoas de boa índole e de excelentes conteúdos muitas vezes ficam de fora por não possuírem vil metal suficiente para esbanjar nas campanhas políticas, mas infelizmente uma cegueira ilusória toma conta de uma grande parcela da população. As carências da população viraram roteiro de cinema. Todo mundo sabe onde o calo aperta. As incompetências políticas estão aí para todo mundo ver, mas infelizmente a maioria opaca a sua visão, deixando-se ludibriar por promessas que nunca serão cumpridas. Nos últimos vinte e cinco anos a incompetência foi o ponto alto da política brasileira. O Brasil está carente de bons políticos. Será que vamos continuar sofrendo com a mesmice que se instalou na política nacional?
Todo depende de nós. Vamos cobrar nossos direitos constitucionais, senão seremos tragados pela enganação e pela imoral corrupção que já tomou conta da pátria brasilis. Temos bons políticos e devemos nos juntar a eles, seguindo o velho jargão popular, “junte-se a um bom, que serás um deles”. Vamos imantar a cidadania, a honestidade, os valores familiares, éticos, o profissionalismo ético, e dizer não ao orgulho negativo, a materialidade, a desonestidade, a violência, a drogadização, a exploração sexual, acimentados por quatro letras apenas, AMOR. O Brasil precisa de muito mais, o que está aí ainda é pouco. O caos na saúde, na educação e na segurança (Trindade Social) existe. Investir no homem ainda é o ponto forte, mas nossas autoridades preferem a beleza, o luxo em detrimento do homem satisfeito e feliz com seu trabalho. My God, até as religiões estão variando os fundamentos, isso é triste e lamentável. A vida humana não tem preço para ser exterminada com tanta facilidade e ignorância. Se a sociedade precisa de educação, que se eduque a sociedade.
Parece até que a maioria dos nossos políticos nunca visitaram os municípios nordestinos em período de seca. O bravo e inesquecível “Patativa do Assaré” já acenava em seus lindos versos e Luiz Gonzaga com sua voz mostrava com clamor, através da música “A Triste Partida”, os horrores que o povo nordestino sofre até hoje. O êxodo rural ainda é um câncer que precisa ser tratado e curado. A educação, a saúde e a segurança nas cidades interioranas inexistem. O que se vê são inúmeros municípios que são verdadeiros cabides políticos, e de empregos para os protegidos politicamente. O pior é que querem aumentar o número de municípios talvez até improdutivos, mas com benesses políticas. No País do Tudo e do Nada, muita coisa precisa ser feita cor urgência. A irresponsabilidade com o dinheiro publico continua. Vejam quantas obras faraônicas encontram-se paralisadas por falta de verbas. Será que nosso país merece um futuro melhor? Claro que sim! Que a falta de vontade política seja substituída por trabalhos dignificantes, que as verbas públicas sejam bem empregadas e que os planejamentos não deixem a desejar. O futuro do Brasil está em nossas mãos, mas enquanto impedirem o clamor popular continuaremos a mergulhar num poço profundo de lamas e corrupção. Pense nisso!
ANTONIO PAIVA RODRIGUES- MEMBRO DA ACI- ALOMERCE- UBT- AVSPE- AOUVIRCE
JORNALISMO PELO BRASIL
ANTONIO PAIVA RODRIGUES
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- FORTALEZA, CEARÁ, Brazil
- SOU JORNALISTA, MILITAR, CELPM R/R, GESTOR DE EMPRESAS, GOSTO DE LER E ESCREVER,SOU IMPERFEITO COMO TODO SER HUMANO! AMO A DEUS E A JESUS DE NAZARÉ, SOU ESPIRITISTA PRATICANTE.
A OUVIR
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CORDÉIS
CÍCERO MODESTO GOMES E DALVA MOREIRA
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O BRASIL E O BRASILEIRO
O BRASIL E O BRASILEIRO
O brasileiro pelas suas origens doridas e alicerçadas no sofrimento, cuja experiência é multifária, nos leva a conclusão que entre a “desordem” natural das coisas existe a permissão e estimulação do excesso verossímil dessa sentença. Pelo seu comportamento de liberdade onde a vontade de fazer esbarra em duas palavras: “Continência e Disciplina”. Deixa o brasileiro nas amarras e sem poder desenvolver sua potencialidade oticada. Vem então à aplicação daquilo que adquiriu no berço e que o malogro poderá prejudicá-lo. É o emprego da famosa “malandragem” e o carismático “jeitinho brasileiro”. O brasileiro se insere na expressão do correto clichê popular de que: “O homem é produto do meio”, esquecendo-se, porém de dar conotação de que esse meio foi construído por ele próprio. Nós reagimos a tudo e gostamos de apelidar certos fatos de “frescuras”. Certa vez um determinado senhor ao desobedecer com certa “constância” às placas de advertência, por exemplo: Não pise na grama, não cuspa no chão, não jogue lixo na água e na rua. Com jeito hilário e maroto disse: “Meu amigo se eu obedecesse todas as advertências que vejo estaria de barriga cheia”.
Espantado o fiscal perguntou: Por quê? Ele com sua malandragem habitual e com jeitinho todo especial afirmou: “sempre vejo beba coca-cola. Bela coca-cola”. No livro “Carnavais malandros e heróis”, o dilema que colocamos com outras conotações tem outro aspecto. Isso pode isto não pode. Estas conotações e nuanças nada mais são do que a figura social do indivíduo brasiliano sujeita as leis universais. O ser humano não está isento das relações sociais, o mais importante é saber como reagir diante de tantas proibições ou avisos de segurança se não estamos intelectualmente preparados para esse mister. Essa cultura ainda não nos açambarcou. Se for multado procure um amigo para não pagar a multa. Se for barrado em blitze procure todos os meios para não ser punido se estiver errado (jeitinho e malandragem brasileiros). Essa ação de desculpa é seguida dos mais diversos motivos, desde o convencimento ao suborno. Se não pagou a dívida no dia do vencimento se nega a pagar juros alegando motivos inocentes e pueris.
Se entrar numa fila homérica se posta diante de uma pessoa mais a frente começa um bate-papo para ludibriar os companheiros de fila, e ser atendido iludindo os demais. É assim o dia do brasileiro. É o chamado “moleque” na expressão escorreita da palavra. Para não pagar pelo consumo de energia usa o velho “gato”. Ao ser descoberto afirma que de nada sabia chegando ao ponto de chorar para amolecer o coração do fiscal. Enquanto em países do primeiro mundo as leis são cumpridas com rigor, aqui tudo se leva na brincadeira, no faz de conta. Existe uma enorme diferença entre regras jurídicas e práticas da vida diária. Na verdade o brasileiro através do jeitinho que só ele sabe gosta de levar vantagem em tudo aplicando a “lei do Gerson”. Gosto de levar vantagem em tudo; certo! O jeitinho e a malandragem nada mais são do que a lúdica vontade de burlar e auferir as benesses do velho privilégio.
A destruição dessas “bonanças” trouxe o convencimento humano do certo e do errado. Sabe quem eu sou com quem está falando? Eu sou Dr. Fulano de tal termo usado para conseguir seu intento, na nomenclatura popular essa atitude recebe a sinonímia da “velha carteirada”. Tudo aqui explanado nos leva a condição de pertencermos a um país onde a lei significa “tudo pode” e é regulamentada formalmente pelos prazeres e destruição de projetos e iniciativas. O “jeitinho e a malandragem” são processos simples e tocantes constando de uma dramatização em três atos: um deles é a pessoa que passa despercebida pela sua modesta posição e seu jeito simples de vestir. Pode ser até uma pessoa rica e de personalidade, mas no Brasil a aparência vale muito e essa pessoa está sujeita em segundo plano. O segundo seria a prática da persuasão e convencimento, a velha lábia. E tirar proveito de tudo. Na realidade o jeitinho e a malandragem fazem parte da cultura do brasileiro. Aqui na terrinha depois de vários dias de chuvas intensas o sol decidiu dar as caras fazendo com que muita gente saísse de casa para vaiar o astro rei, o sol. Esse fato aconteceu na Praça do Ferreira na capital cearense.
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ALOMERCE
A PAZ
A PAZ
Na pedagogia Divinal inserimos a paz, o pilotis da esperança,
Tentáculos descortinados de amor, de corações malogrados,
Magoados, estatizados, escorraçados, estéreis sem bonança.
Alvitrando um pazear de confiança, antevendo os esposados.
Ondas calmas, tranqüilas, cheias de segredos auferindo paz,
Capazes de transbordarem na fonte num momento de lampejo.
Exterminar a violência, o mal, em atitude desregrada e voraz,
Onde o mal imanta e desencanta o aguilhão do bem que cortejo.
Alvitramos orbe de esperanças e felicidades, chega de sofrimentos.
O mundo é um lamento, o violento adentra nas cantigas de ninar,
Reciprocidade vibratória e redentora interage nossos pensamentos
Na meditação acoplamos o Cristo vêm à mente, silente a cortejar.
No orbe terrestre a fraternidade, a caridade são sementes ubertosas.
Quando o futuro se torna obscuro, a prece, a oração são soluções.
Quando os seres humanos não encontram diretrizes prodigiosas,
Excogitando esperanças no Pai Divino, na execração das ilusões.
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ALOMERCE
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JURAMENTO DOS ACADÊMICOS
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SENTINELA
LIVRO
80 ANOS DA ASSOCIAÇÃO CEARENSE DE IMPRENSA(ACI) DETALHES SOBRE A HISTÓRIA DO RÁDIO NO CEARÁ, NO BRASIL E NO MUNDO
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VIOLÊNCIA: O DILEMA DA SOCIEDADE
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MEIOS DE COMUNICAÇÃO E ESPIRITISMO
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CRÍTICAS, CONCEPÇÕES E REFLEXÕES SOBRE RELIGIÃO
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AS PRIMEIRAS EXPERIÊNCIAS DE UM ESTUDANTE DE JORNALISMO
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