segunda-feira, 11 de outubro de 2010

FALSA À VERDADE. Doc 312/2010


FALSA À VERDADE. Doc 312/2010
NÃO VOTE EM FICHA SUJA. SALVE A DEMOCRACIA PERICLITANTE!

“Porque todo aquele que faz o mal aborrece a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas.” João 3.20

“Mas quem pratica a verdade vem para a luz, afim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus.”  João 3.21

Uma pessoa que coloca no seu currículo, que tem mestrado e doutorado em economia, quando não os concluiu, falseia a verdade, procurando ser o que não é, procurando enganar o próximo, mentindo.

Uma pessoa que diz, afirmando, que pegou em armas, para lutar contra a ”ditadura militar”, mas na verdade lutava contra o governo de então, contra a Democracia, para instalar no País uma república bolchevista, à moda CUBA. O que era testificado pelo fato de que pertencia a uma organização comuno-terrorista, a VRP (a Var Palmares), a que pertenceu também o desertor e subversivo comunista Carlos Lamarca. De novo, falseia a verdade, procurando parecer o que não é, ou seja, mentindo.

Uma pessoa que, num posto mais que importante, na prática o segundo do Poder Executivo, manda convocar a então Secretária da Receita Federal para um encontro com o fim de fazer-lhe a indignidade de um pedido, que violentaria a consciência da pessoa chamada, mas que não a atende, ignorando o pedido, e acabando demitida; e, fazendo-o, a convocante nega-o depois, afirmando que nunca teria havido o encontro e nunca mandado chamar a inditosa senhora. E pior, levando o órgão de segurança da Presidência a pactuar com a indignidade destruindo as gravações de praxe, coonestando as falsas declarações da indigitada pessoa. Mais uma vez, falseia a verdade, omitindo-se de uma responsabilidade, jogando o prestígio do seu cargo contra a palavra de uma funcionária pública, embora de alto escalão, ou seja, descarada e impiedosamente, mentindo.

Uma pessoa, candidata imposta pelo presidente da República, valendo-se este da sua popularidade junto à população menos esclarecida, que apresenta um plano de governo que resume o que está contido no famigerado, combatido e rejeitado pela sociedade, Plano Nacional dos Direitos Humanos-3, onde se vê o propósito do governo atual de descriminalizar o Aborto. E depois, criticada por ser pela descriminalização do Aborto, tenta mistificar os eleitores, dizendo-se defensora da vida, ou seja, sofismando que, ao contrário, não é favorável ao Aborto em si, condenado e repudiado pelas religiões cristãs, tanto católicas como evangélicas. Falseia, ainda mais uma vez, a verdade, procurando enganar os menos favorecidos, crentes na sua palavra, prestigiada pelo apoio do presidente da República, usando de uma das piores características  do mau caráter,  ou seja, mentindo.

Como é possível votar nela – ela mesma, a candidata DILMA ROUSSEF, que é uma ameaça à nossa ainda frágil DEMOCACIA? Não o faça, não vote contra o Brasil, não vote no mal, não vote contra Você mesmo (a).  Você, a quem cabe a responsabilidade de votar no melhor, contra o pior. VOTE PELO BRASIL. NÃO VOTE EM QUEM MENTE.

NÃO TORELE QUEM FALSEIA A VERDADE; NÃO TOLERE A MENTIRA

ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº12 58  93. Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza . Somos 1.762 civis – 49 da Marinha -  474 do Exército – 50 da Aeronáutica; 2.335. In Memoriam 30 militares e dois civis.  Batistapinheiro30@yahoo.com.br. WWW,fortalweb.com.br/grupoguararapes.   11   de Out  2010                                             
 NÃO VOLTE EM CORRUPTO, NÃO VOTE EM FICHA SUJA, NÃO ELEJA BANDIDO! NÃO VOTE EM QUEM MENTE!


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JORNALISMO PELO BRASIL

ANTONIO PAIVA RODRIGUES

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FORTALEZA, CEARÁ, Brazil
SOU JORNALISTA, MILITAR, CELPM R/R, GESTOR DE EMPRESAS, GOSTO DE LER E ESCREVER,SOU IMPERFEITO COMO TODO SER HUMANO! AMO A DEUS E A JESUS DE NAZARÉ, SOU ESPIRITISTA PRATICANTE.

A OUVIR

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ASSOCIAÇÃO DOS OUVINTES DE RÁDIO DO CEARÁ

CORDÉIS

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CORDÉIS E OUTROS POEMAS

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PINTANDO O SETE

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DOCE AMARGURA

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CONTRACAPA

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TURISMANDO ESTRELAS

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CRÔNICAS

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NOVELA MILENA

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SONETOS

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O BRASIL E O BRASILEIRO

O BRASIL E O BRASILEIRO

O brasileiro pelas suas origens doridas e alicerçadas no sofrimento, cuja experiência é multifária, nos leva a conclusão que entre a “desordem” natural das coisas existe a permissão e estimulação do excesso verossímil dessa sentença. Pelo seu comportamento de liberdade onde a vontade de fazer esbarra em duas palavras: “Continência e Disciplina”. Deixa o brasileiro nas amarras e sem poder desenvolver sua potencialidade oticada. Vem então à aplicação daquilo que adquiriu no berço e que o malogro poderá prejudicá-lo. É o emprego da famosa “malandragem” e o carismático “jeitinho brasileiro”. O brasileiro se insere na expressão do correto clichê popular de que: “O homem é produto do meio”, esquecendo-se, porém de dar conotação de que esse meio foi construído por ele próprio. Nós reagimos a tudo e gostamos de apelidar certos fatos de “frescuras”. Certa vez um determinado senhor ao desobedecer com certa “constância” às placas de advertência, por exemplo: Não pise na grama, não cuspa no chão, não jogue lixo na água e na rua. Com jeito hilário e maroto disse: “Meu amigo se eu obedecesse todas as advertências que vejo estaria de barriga cheia”.

Espantado o fiscal perguntou: Por quê? Ele com sua malandragem habitual e com jeitinho todo especial afirmou: “sempre vejo beba coca-cola. Bela coca-cola”. No livro “Carnavais malandros e heróis”, o dilema que colocamos com outras conotações tem outro aspecto. Isso pode isto não pode. Estas conotações e nuanças nada mais são do que a figura social do indivíduo brasiliano sujeita as leis universais. O ser humano não está isento das relações sociais, o mais importante é saber como reagir diante de tantas proibições ou avisos de segurança se não estamos intelectualmente preparados para esse mister. Essa cultura ainda não nos açambarcou. Se for multado procure um amigo para não pagar a multa. Se for barrado em blitze procure todos os meios para não ser punido se estiver errado (jeitinho e malandragem brasileiros). Essa ação de desculpa é seguida dos mais diversos motivos, desde o convencimento ao suborno. Se não pagou a dívida no dia do vencimento se nega a pagar juros alegando motivos inocentes e pueris.

Se entrar numa fila homérica se posta diante de uma pessoa mais a frente começa um bate-papo para ludibriar os companheiros de fila, e ser atendido iludindo os demais. É assim o dia do brasileiro. É o chamado “moleque” na expressão escorreita da palavra. Para não pagar pelo consumo de energia usa o velho “gato”. Ao ser descoberto afirma que de nada sabia chegando ao ponto de chorar para amolecer o coração do fiscal. Enquanto em países do primeiro mundo as leis são cumpridas com rigor, aqui tudo se leva na brincadeira, no faz de conta. Existe uma enorme diferença entre regras jurídicas e práticas da vida diária. Na verdade o brasileiro através do jeitinho que só ele sabe gosta de levar vantagem em tudo aplicando a “lei do Gerson”. Gosto de levar vantagem em tudo; certo! O jeitinho e a malandragem nada mais são do que a lúdica vontade de burlar e auferir as benesses do velho privilégio.

A destruição dessas “bonanças” trouxe o convencimento humano do certo e do errado. Sabe quem eu sou com quem está falando? Eu sou Dr. Fulano de tal termo usado para conseguir seu intento, na nomenclatura popular essa atitude recebe a sinonímia da “velha carteirada”. Tudo aqui explanado nos leva a condição de pertencermos a um país onde a lei significa “tudo pode” e é regulamentada formalmente pelos prazeres e destruição de projetos e iniciativas. O “jeitinho e a malandragem” são processos simples e tocantes constando de uma dramatização em três atos: um deles é a pessoa que passa despercebida pela sua modesta posição e seu jeito simples de vestir. Pode ser até uma pessoa rica e de personalidade, mas no Brasil a aparência vale muito e essa pessoa está sujeita em segundo plano. O segundo seria a prática da persuasão e convencimento, a velha lábia. E tirar proveito de tudo. Na realidade o jeitinho e a malandragem fazem parte da cultura do brasileiro. Aqui na terrinha depois de vários dias de chuvas intensas o sol decidiu dar as caras fazendo com que muita gente saísse de casa para vaiar o astro rei, o sol. Esse fato aconteceu na Praça do Ferreira na capital cearense.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ALOMERCE

A PAZ

A PAZ

Na pedagogia Divinal inserimos a paz, o pilotis da esperança,

Tentáculos descortinados de amor, de corações malogrados,

Magoados, estatizados, escorraçados, estéreis sem bonança.

Alvitrando um pazear de confiança, antevendo os esposados.

Ondas calmas, tranqüilas, cheias de segredos auferindo paz,

Capazes de transbordarem na fonte num momento de lampejo.

Exterminar a violência, o mal, em atitude desregrada e voraz,

Onde o mal imanta e desencanta o aguilhão do bem que cortejo.

Alvitramos orbe de esperanças e felicidades, chega de sofrimentos.

O mundo é um lamento, o violento adentra nas cantigas de ninar,

Reciprocidade vibratória e redentora interage nossos pensamentos

Na meditação acoplamos o Cristo vêm à mente, silente a cortejar.

No orbe terrestre a fraternidade, a caridade são sementes ubertosas.

Quando o futuro se torna obscuro, a prece, a oração são soluções.

Quando os seres humanos não encontram diretrizes prodigiosas,

Excogitando esperanças no Pai Divino, na execração das ilusões.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ALOMERCE

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